Diana Macário

Idade: 24anos
Localidade: Arrentela
Diana tem 24 anos, vive sozinha e trabalha na Zara. Está no ATN para agarrar mais uma oportunidade de mostrar o que a faz feliz. Descreve-se como uma pessoa extrovertida e com muito sentido de humor, mas muito sensível e emocional. É muito persistente e competitiva, sabe perder, apesar de não gostar. Gosta de objetivos a curto prazo, mas mantém sempre o mesmo para a vida, ser feliz e realizada a nível pessoal e profissional. Está no mundo da música há mais ou menos 12 anos. Já cantou para mais de 500 pessoas, com a banda que faz parte neste momento: Os “Inverso”. Costuma cantar em bares, auditórios e em alguns eventos. O gosto pela música começou quando ia acompanhar uma amiga (Diana Vilarinho) nas suas noites de fado e, um dia por brincadeira, perguntaram se não queria cantar um bocadinho. Foi amor à primeira vista! Participou num grupo quando tinha 12 anos, «As Cores», e participou em festivais da canção de norte a sul do país, com a mesma idade. Daí, começou um grupo com mais duas raparigas que também participavam nesses festivais, as «Kid Machine». Fizeram vários concertos em festas populares, participações na televisão e gravaram um CD. Mais tarde mudaram para as «Teen Machine» e lançaram mais um CD. Quando terminaram o grupo, entrou numa banda mais profissional, os «Relógio», onde também lançaram um CD e fizeram vários concertos, nesta altura com 18 anos. Hoje, está na banda «inverso», cujo reportório vai mais ao encontro do estilo de música que gosta. A melhor memória que guarda da sua infância é o primeiro festival da canção que participou, quando tinha 12 anos, que foi a primeira vez que subiu a um palco, em que não sabia bem o que fazer, mas mesmo assim, ganhou o primeiro lugar. As pessoas mais importantes da sua vida são as irmãs (Vânia – 34 anos, Ana – 26 anos, Mariana – 16 anos) e os pais (Carlos – 61 anos. Ana Cravo – 50 anos), que sempre apoiaram o seu sonho e sempre lhe deram força para nunca desistir. As suas irmãs são a sua maior inspiração, fazem-na querer fazer sempre melhor e lutar por aquilo que quer. É nelas que vê a força de continuar e nunca desistir. Gostava de prestar uma homenagem aos pais que, apesar da separação e de todas as adversidades, sempre estiveram lá. Fala das irmãs com carinho, mas era o pai que gostava que estivesse na sua atuação a dar-lhe força, porque quando os pais se separaram foi a única que foi viver com o pai, e criaram uma ligação muito especial. Diz que não se sentiu bem em deixar o pai sozinho, uma vez que as irmãs ficaram com a mãe, ela achou que o pai também precisava de apoio. Orgulha-se de neste momento ter o seu emprego fixo, um lugar na música, de morar sozinha e de ter conquistado tudo isto com o seu trabalho.
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