Marta Alves

Idade: 22 anos
Localidade: Lisboa
É de Lagos e está em lisboa a viver há 4 anos, com colegas da universidade, numa casa partilhada. No algarve tem a família quase toda, sendo a única que «fugiu» de lá. O pai chama-se António Alves e a Mãe Cesaltina Taquelin. Tem uma irmã, Joana Alves, 6 anos mais velha, que é a culpada por gostar de cantar fado. Era a irmã que a inscrevia em concursos de talentos. Num aniversário da irmã, aprendeu um fado e foi a primeira vez que cantou algo do género musical. Frequenta o terceiro ano de licenciatura em Canto, na Escola Superior de Música de Lisboa. Desde criança que o seu sonho é ser cantora. Começou com mais seriedade aos 12 anos, quando participou num concurso de talentos e venceu. Já cantou em vários palcos: Festival Med em Loulé e no Santa Casa Alfama; No palco do Auditório e do Salão Preto e Prata do Casino Estoril e no Grande Auditório do CCB. Em março de 2019 estreou-se no teatro musical, integrando o elenco da produção "Esta Vida é uma Cantiga", um espetáculo que esteve em cena no Casino Estoril, acabando por ser uma das melhores experiências da sua vida. Já cantou em várias emblemáticas casas de fado da capital. Em fevereiro de 2020, levou o Fado a França, atuando na Université Jean Monnet, na Salle Jacques Brel em Saint-Etienne e na Salle Saint-Hélène em Lyon. A oportunidade surgiu porque os músicos com quem foi, costumam fazer espetáculos de fado a nível internacional. Foram três dias de concertos. Não estava à espera da adesão do público francês, mas achou mesmo surreal a forma como aderiu. Lembra-se que na primeira vez que entrou em palco, na primeira música, o público já estava todo em pé a bater palmas, o que a deixou muito emocionada. Em junho de 2020, deu voz à personagem principal do primeiro musical interativo do mundo, “Clock Down” projeto da companhia Drag Taste, composto e orquestrado por Nuno Feist. Em setembro de 2020, participou como solista no espetáculo de comemoração dos 730 anos da Universidade de Coimbra, acompanhada pela Tuna Académica e por 73 Harpas, também com direção de Nuno Feist. Dá-se muito bem com este, que é capaz de lhe ligar às 3h da manhã, para pedir opiniões. Participa regularmente em espetáculos de fado, de música erudita com acompanhamento orquestral e outros de diversos estilos musicais. Conta sempre com o apoio dos pais e da irmã. Quando decidiu que queria estudar música, os pais só quiseram ter a certeza que era mesmo isto que queria fazer. Tiveram algum receio, pois o mundo da música é muito competitivo e tinham medo que não tivesse sucesso e não conseguisse fazer da música vida, mas acreditam nela. A avó (Adília) paterna é a sua maior inspiração, pela sua força de viver, perseverança e ternura. Quando começou a cantar fado, a avó ouvia-a sempre, horas a fio. Foi a única que teve, pois a avó materna faleceu quando era muito pequena e, por isso, sempre contou com a avó do lado do pai. Assim que chega a Lagos, tem de ir logo a casa dos avós, mas devido à pandemia, já não está com eles há um ano. Está longe e não vai ao algarve por medo do que possa acontecer aos avós. Decidiu participar no ATN, por achar que é uma oportunidade irrecusável, numa altura em que não há palcos onde atuar. Sendo este o maior palco nacional, não podia deixar de tentar pisá-lo. Gosta muito da Gisela, tanto que em outubro, foi a um festival em Alfama, só para a ver.
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