Isadora ficou sozinha no momento mais difícil da vida

O companheiro deixou-a durante a luta contra o cancro.

Muitas mulheres ficam completamente sozinhas na pior fase da doença oncológica. Foi o aconteceu a Isadora Lum, uma psicóloga a quem foi diagnosticado um tipo de cancro da mama muito agressivo, aos 36 anos.

O namorado de longa data desapareceu sem deixar rasto. Deixou de a visitar, deixou de atender o telefone e mudou a fechadura de casa.

Isadora ficou sozinha, a sós consigo mesma e com uma doença mortal. Mas na pior altura, apareceu um antigo amor que a acompanhou na quimioterapia e na radioterapia, até estar bem.

Depois de superar a doença, a missão dela foi fazer com que outras mulheres interiorizem que são um todo e que a feminilidade não se esgota num corpo mutilado. Porque afinal, de acordo com Isadora, a pior parte do cancro não são os tratamentos, mas sim a integração na sociedade e a aceitação do próprio corpo.