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Daniel Pereira abre o seu coração na curva da vida: «Eu já não queria estar neste mundo»

  • Big Brother
  • 19 mai, 23:58
Daniel Pereira abre o seu coração na curva da vida: «Eu já não queria estar neste mundo» - Big Brother

Conheça a Curva da Vida de Daniel Pereira.

Daniel Pereira partilhou este domingo, 19 de maio, a sua Curva da Vida com os portugueses.

«Tornei-me numa pessoa obsessiva, compulsiva, controladora»

O concorrente falou da infância feliz, sobre o seu primeiro amor, sobre como se tornou numa pessoa, segundo Daniel «obsessiva, compulsiva, controladora», bem como o amor que sente pela namorada, Marlene.

Panelo, como a sua família e amigos o tratam, começou por confessar que na escola sempre foi o rapaz «mais bonito, com mais namoradas, que jogava melhor à bola. Foi aí que ganhei o respeito de toda a gente. Também tem que ver com a minha família, porque este nome é um nome com muita força lá na nossa zona».

Daniel Pereira revela tudo sobre o seu primeiro amor, aos 15 anos: «Apaixonei-me pela minha melhor amiga e nesses dois anos de relação as coisas descambaram um bocadinho. Tornei-me numa pessoa obsessiva, compulsiva, controladora. Eu só a queria a ela não admitia que mais ninguém tivesse ao pé dela, discutíamos todos os dias, sempre fui mais maduro que os outros, mas nisto maduro era coisa que eu não era, perdi o respeito dos meus amigos até que a relação acabou e houve o afastamento. Eu já não queria estar neste mundo, não sabia o que é que andava aqui a fazer, já não podia falar com ela os meus pais também para me protegerem tiraram-me o telemóvel. No meu décimo segundo ano conheci a Marlene. Foi a única pessoa que me ajudou a estar bem, fiquei apaixonado».

Panelo fala, também, sobre o seu sonho em ser barbeiro e de como este desejo acabou por o afastar de Marlene: «Eu queria era ser barbeiro, foi no primeiro ano que me afastei da Marlene porque eu só queria era vida louca. Era copos, festas, pensava que estava totalmente curado da situação do meu primeiro relacionamento, mas não estava. Eu só a queria para mim, ela teve coragem para me deixar. Uma coisa é certa eu sentia-me um monstro, isso não há dúvidas. Voltei a falar com ela e pedi-lhe desculpa e ela deu-me uma segunda oportunidade».

Orgulhoso, Panelo revela que: «Nunca mais tive comportamentos destes. Nunca mais fui controlador, inseguro. Foi ela que me salvou de eu ser assim, até hoje temos uma relação muito forte. Sou grato todos os dias por isso. Ela não é só minha namorada, é a minha melhor amiga, às vezes parece uma mãe para mim. Ela fez de mim um homem».

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