Joaquina Branco, mais conhecida por Kina, tem sido um verdadeiro fenómeno, dentro e fora da casa do Big Brother Verão. Quando entrou na casa mais vigiada do País, a estilista dos anos 80 e 90 não foi reconhecida pela geração mais jovem, mas há uma concorrente que faz parte da sua vida cá fora.
Falamos de Marta Cruz, de 40 anos. Mal a viu entrar, Kina correu para lhe dar um forte abraço e cumprimentou-a com muita emoção. «A Marta reconheci-a logo, porque conheci-a de bebé», começou por justificar a estilista, de 62 anos, revelando que tem uma amizade com os pais da empresária, Marluce Revoredo e Carlos Cruz: «Pronto, eu sou amiga dos pais, ela cresceu e eu vi-a crescer assim, de pequenina. Fica sempre aquele carinho».
Kina prosseguiu, garantindo que tem «muito boas recordações» com Marta Cruz, que a fazer lembrar «de uma fase muito bonita da minha vida».
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Concorrente do Big Brother Verão já viveu vida de luxo num palácio: «O que estou a fazer aqui?»
«Um dia olhei para quela sala enorme, para quela piscina, para o meu marido e disse: ‘o que é que eu estou a fazer aqui?’». Foi assim que Kina, Joaquina Branco, atual concorrente do Big Brother Verão, descreveu a época em que decidiu deixar tudo para trás, aos 39 anos.
Em entrevista a Goucha, Kina, criadora de moda que fez muito sucesso nos anos 80 e 90, conta que era espiada pelo marido e que se sentia numa gaiola dourada. Além disso, não usufruía dos luxos fruto do seu trabalho.
Por isso, partiu e foi conhecer o mundo inteiro. Tinha tudo, uma vida de luxo, uma carreira de sucesso e largou tudo para ser livre e feliz. Deixou para trás uma carreira fulgurante, o facto ser amplamente conhecida no mundo da moda e estar sempre nas revistas.
«Eu nunca me sentei naquela sala, eu nunca me sentei naquele sofá, eu nunca vi um filme na sala do cinema. Eu não era feliz tinha uma adição ao trabalho. Eu não tinha tempo para mim, eu só pensava em fazer vestidos.», contou. «Na minha vida privada, eu não era feliz. O helicóptero sobrevoava a minha casa quando eu desapareci…».
O marido «não era infiel», mas não a fazia feliz. «Só não conheço a Austrália. De resto quase tudo. (…) Fui viver, fui respirar. Vivi numa gaiola de ouro dos 24 aos 39 anos. O Hélder (marido) tinha seguranças atrás de mim para ver todos os meus movimentos. Isto não é mentira, os meus telefones tiveram em escuta, até os das minhas empregadas e do meu atelier. Eu descobri cassetes de conversas que eu tinha tido com a minha mãe na minha casa…», contou.