Vai passar férias no Algarve? Há umas “Maldivas portuguesas” que pode visitar por menos de 2 euros

  • Dois às 10
  • 6 mai, 15:00

Quem estiver de férias no Algarve pode trocar a praia habitual por um cenário de águas cristalinas e areia branca sem gastar quase nada.

Todos os anos voltamos a uma das ilhas mais deslumbrantes de Portugal. “A vida das ilhas parece saída de filme”, escreveu Cristina Ferreira sobre o ambiente vivido nestes pedaços de terra sem carros, situados na Ria Formosa, no Algarve. Entre Armona, Culatra e Farol, continua a ser difícil escolher a favorita. Cada uma tem características únicas que a tornam especial à sua maneira.

Este ano, regressámos à Ilha da Armona. E voltamos a deixar a sugestão: independentemente do local onde esteja alojado no Algarve, vale a pena fazer alguns quilómetros até Olhão, de onde partem os barcos para uma das mais impressionantes ilhas balneares do País. A travessia pela ria demora entre 15 e 20 minutos no ferry regular, com bilhetes a custarem menos de dois euros. Ainda assim, para quem prefere evitar horários ou tempos de espera, existem barcos-táxi disponíveis a qualquer momento, capazes de deixar os passageiros no ponto da ilha que desejarem.

Assim que se sai do ferry, o cenário muda por completo. A atmosfera é quase cinematográfica: o chão é inteiramente de areia, existe apenas uma rua principal sem circulação automóvel e enormes buganvílias de cores vibrantes dominam a paisagem. O percurso até à praia faz-se a pé — idealmente fora das horas de maior calor — e permite observar as inúmeras casas brancas, num ambiente onde se circula sem ruído nem preocupação com carros.

No final da caminhada, torna-se impossível negar que o percurso compensa. O mar transparente, os extensos bancos de areia branca, a água sempre acima dos 24 graus e as dunas protegidas criam um cenário memorável. A praia conta ainda com boas infraestruturas, incluindo palhotas, casas de banho em boas condições e um café. Para quem procura mais tranquilidade e menos movimento, a melhor opção é caminhar para as zonas laterais do areal e aproveitar o silêncio e a paz.

Neste pequeno pedaço de areia existem também alguns restaurantes onde é possível jantar. Nesse caso, será necessário regressar a Olhão de barco-táxi, uma vez que o último ferry parte ao final do dia.

Sentiu a emoção desta história? Imagine vivê-la sem interrupções.
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