Cristiano Ronaldo revelou pela primeira vez as razões que o levaram a faltar ao funeral de Diogo Jota em entrevista a Piers Morgan.
Cristiano Ronaldo quebrou o silêncio sobre a sua ausência no funeral de Diogo Jota e revelou, em entrevista a Piers Morgan, que não quis que o momento de dor se transformasse num “circo mediático”. O capitão da Seleção Nacional justificou a decisão e confessou que não entra num cemitério desde a morte do pai, em 2005.
«As pessoas criticam-me muito. Não me importo, porque quando tens a consciência tranquila, não tens de te preocupar com o que dizem. Mas uma das coisas que não faço, desde que o meu pai morreu, é entrar num cemitério. Nunca mais entrei», revelou o internacional português.
Ronaldo explicou ainda que a sua presença poderia desviar a atenção daquilo que realmente importava: «Sabem a minha reputação. Onde quer que vá, é um circo. Não fui também porque, se fosse, as atenções virar-se-iam para mim e não queria esse tipo de atenção. Senti-me bem com a minha decisão. Não preciso de estar em frente às câmaras para que as pessoas vejam o que faço. Faço-o nos bastidores».
O jogador garantiu ainda ter estado em contacto com a família de Diogo Jota e de André Silva, demonstrando o seu apoio em privado: «Tive a oportunidade de falar com a família e de dar apoio».
Sobre as críticas que recebeu, Cristiano Ronaldo foi firme: «Vi pessoas a dar entrevistas, a falar do Jota, claro, de futebol… Por favor, o que é isto? Não tenho de fazer parte desse mundo. Não preciso de câmaras para que as pessoas saibam o que faço por elas».
Veja a entrevista aqui: