Após filho morrer afogado em casa, influencer quebra silêncio: «Assumo a responsabilidade»

  • Joana Lopes
  • 22 set, 15:30
Emilie Kiser e Trigg Kiser
Emilie Kiser e Trigg Kiser

Meses depois da morte do filho Trigg, de três anos, Emilie Kiser falou publicamente pela primeira vez, reconhecendo que «podia ter feito mais para o proteger».

A influenciadora norte-americana Emilie Kiser quebrou o silêncio e falou publicamente pela primeira vez sobre a morte trágica do seu filho de três anos, Trigg, que se afogou na piscina da família em maio deste ano.

Numa publicação emotiva no TikTok, a criadora de conteúdos confessou sentir uma dor «impossível de descrever» e assumiu a sua responsabilidade:
«Assumo total responsabilidade como mãe do Trigg e sei que deveria ter feito mais para o proteger. Uma das lições mais difíceis que carrego é que uma vedação permanente na piscina poderia ter salvo a vida dele, e isso é algo que nunca mais vou descurar. Espero que, no meio desta dor, a história do Trigg possa ajudar a evitar que outras crianças e famílias sofram a mesma perda.»

O acidente ocorreu em casa, no Arizona, com apenas o pai, Brady, presente. Inicialmente, ele afirmou ter perdido o filho de vista por alguns minutos, mas imagens recolhidas pela polícia mostraram que a criança esteve mais de nove minutos sozinha no quintal, dos quais cerca de sete dentro de água. Trigg foi hospitalizado, mas não resistiu, falecendo seis dias depois, de acordo com a revista People.

Na sua mensagem, Emilie descreveu o filho como «o bebé e melhor amigo» do casal, recordando a energia e alegria que transmitia a todos à sua volta. Ao mesmo tempo, deixou um apelo, desejando que a tragédia sirva de alerta para que outras famílias reforcem a segurança em casa e evitem perdas semelhantes.

A influenciadora agradeceu também o apoio recebido, tanto da família e amigos próximos como da sua comunidade online, que se mobilizou com mensagens de solidariedade. No entanto, garantiu que passará a ser mais cuidadosa com a exposição da vida privada nas redes sociais, especialmente no que diz respeito à proteção das crianças.

«Nunca pensei que viveríamos o luto desta forma ou a dor de o perder tão de repente. É uma dor, uma mágoa e um vazio que nenhuma família deveria ter de suportar», concluiu.

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