Do sonho de saltar de um avião à exigência de comandar recrutas em televisão, o instrutor-chefe Rodrigo Joaquim falou sobre o percurso militar e o convite inesperado para integrar a «1.ª Companhia».
Longe da rigidez da base, o instrutor-chefe Rodrigo Joaquim mostrou-se mais descontraído no Dois às 10, onde falou sobre o percurso militar e a decisão que mudou a sua vida.Ingressou na carreira aos 23 anos, movido por um sonho muito concreto: saltar de um avião. A paixão pela vida militar falou mais alto e a decisão foi tomada sem hesitações.
“Foi um ‘sim’ rápido. Fomos à aventura e ao desafio”, recordou sobre o convite para integrar a «1.ª Companhia». Apesar da postura séria que mantém no programa, houve momentos em que quase não conteve o riso ao rever imagens mais caricatas dos recrutas.
No «Dois às 10», também mostrou o seu lado mais divertido ao trazer consigo uma faixa de nomeado, brincando com Cristina Ferreira e Cláudio Ramos, ao dizer que esteve a avaliar os desempenhos.
Quanto ao desempenho dos concorrentes, a exigência continua a ser palavra de ordem. “Dão todos muito trabalho. É um grupo difícil”, reforçou, garantindo que a análise é sempre feita ao coletivo.
Mais reservado no que toca à vida pessoal, Rodrigo Joaquim preferiu manter o foco na missão. Mas ficou claro que, por trás da firmeza, existe alguém que também se deixa surpreender — especialmente quando o esforço é recompensado com emoção genuína.