A ex-concorrente destacou a onda de carinho que envolveu tanto a si como a João Ricardo, evidenciando uma profunda gratidão e um sentimento de felicidade.
Joana Diniz recorreu recentemente às redes sociais para partilhar um desabafo sobre os últimos dois meses da sua vida, que têm sido intensos e emocionalmente carregados. A ex-concorrente de reality shows tem dividido o seu tempo entre o novo salão de beleza, projeto que abraçou com entusiasmo, e o papel de madrinha da Marcha da Graça, ao lado de João Ricardo.
No seu testemunho, Joana revelou que, apesar do ritmo exigente, viveu momentos verdadeiramente marcantes. Um deles foi o evento da passada sexta-feira, no Meo Arena, onde foram apresentadas as Marchas Populares de Lisboa.
«Pronto, já desabafei isto tudo, agora deixem-me falar sobre o pavilhão que foi na sexta-feira», começou por dizer, visivelmente emocionada. «O pavilhão foi assim algo extraordinário, foi uma cena do cacete», confessou, não escondendo o entusiasmo.
Joana destacou o carinho recebido não só pela sua claque da Graça, mas também por parte de elementos de outras marchas. «Obviamente que eu e o João Ricardo recebemos muito amor da nossa claque da Graça, mas também não estávamos à espera de outra coisa. Aquilo que me deixou mais impressionada – até estou arrepiada – foi a forma como a família dos outros marchantes nos acolheram, nos acarinharam».
A influencer referiu a importância de acolher e dar amor «aos nossos, mas acima de tudo também aos outros», algo que sentiu intensamente naquela noite: «Foi isso que eu e o João recebemos no pavilhão».
Joana ainda fez questão de referir o apoio sentido por outras claques, nomeadamente da Boavista e de Marvila: «Claro que a da Boavista, a claque de Marvila… Eram tantas! Já nem me lembro de todas, mas todas as de sexta-feira, eu recebi todo o amor».
Este testemunho reforça o espírito comunitário e a união que as marchas promovem, num ambiente que transcende rivalidades e enaltece a partilha e o respeito mútuo. Para Joana Diniz, foi uma experiência inesquecível e um verdadeiro exemplo do poder do afeto e da celebração em conjunto.