Dias depois de uma emotiva entrevista no "Dois às 10", Joana Figueira partilhou nas redes sociais um desabafo sincero sobre o momento vivido e deixou palavras de admiração a Cláudio Ramos. «Foi verdade. E eu adoro isso», escreveu a ex-atriz, visivelmente tocada com o cuidado e empatia do apresentador.
Joana Figueira foi convidada do programa "Dois às 10", numa conversa íntima e marcante conduzida por Cláudio Ramos. A atriz, afastada da televisão há 13 anos, falou abertamente sobre o período difícil que atravessou ao cuidar da mãe, diagnosticada com demência.
Dias depois da emissão, usou as redes sociais para reagir ao momento vivido no programa da TVI — e para deixar palavras de gratidão a Cláudio Ramos.
«Quando me ligaram da TVI para me fazer o convite para estar presente no ‘Dois às Dez’, imediatamente um néon bem forte se ligou na minha mente. NÃO!», confessou Joana, revelando que atravessava um momento complicado: tinha sido pisada por um cavalo, andava de muletas e só queria estar sossegada no Alentejo.
Apesar da hesitação inicial, o facto de Cláudio Ramos estar sozinho na condução do programa acabou por pesar na decisão da ex-atriz. «O NÃO piscou várias vezes e apagou-se», escreveu.
Na publicação, Joana Figueira não poupou nos elogios ao apresentador: «O Cláudio foi uma agradável surpresa. Conduziu a conversa de forma simples e sincera. Colocou questões inesperadas, corajosas e desafiantes. Foi humilde e escutou, escutou mesmo.»
A ex-atriz destacou ainda a forma como se sentiu acolhida: «Em momento algum, aquela conversa foi sobre ele. Foi um excelente anfitrião, fazendo-me sentir confortável num momento de absoluto desconforto.»
Para além da entrevista, Joana valorizou especialmente os bastidores: «Os momentos em que as câmaras e luzes estavam desligadas. Falou comigo e tratou-me com todo o cuidado e carinho antes e depois da entrevista. Posso dizer-vos que nem todos fazem isso.»
Joana Figueira termina a publicação com um agradecimento sentido: «O Cláudio tem o coração à vista. Olhamo-nos nos olhos e o mais importante: estamos de mãos dadas. E acho que é assim que todos deveríamos andar. Eternamente agradecida»