Maria Botelho Moniz deixa recruta da «1.ª Companhia» em lágrimas: «Há uma frase que eu nunca me vou esquecer»

  • Dois às 10
  • 12 jan, 09:17

Foi um dos momentos mais emocionantes da gala da «1.ª Companhia».

A gala deste domingo da «1.ª Companhia» foi marcada por um momento de grande emoção, protagonizado por Joana D’Arc, que acabou por ser distinguida como a melhor camarada pelos próprios colegas. O reconhecimento surgiu não apenas pelo desempenho no quartel, mas sobretudo pela força e perseverança demonstradas apesar da doença incapacitante com que convive diariamente.

Noélia Pereira foi uma das colegas que fez questão de destacar o exemplo da cantora: “A Joana é um exemplo para muita gente aqui. Ela tem limitações, não se queixa e faz. Outros não têm limitações nenhumas e queixam-se. É um exemplo para todos.” Também Soraia Carrega se mostrou profundamente tocada pela força da concorrente: “Desde início cliquei logo com a Joana. Nós de início não tínhamos noção destes problemas. Tivemos de ser nós a chamar as enfermeiras para ela. É de uma força que espero um dia vir a ter.”

O momento mais marcante da noite acabou por surgir pelas palavras de Maria Botelho Moniz, que recordou uma frase antiga do percurso de Joana D’Arc e a transformou numa mensagem poderosa de superação: “Há uma frase do seu questionário que eu nunca me vou esquecer: ‘Uma vez disseram que eu não seria boa aposta porque iria acabar numa cadeira de rodas. 25 anos, estou a entrar na 1.ª Companhia.’ Permita-me que eu complete a frase: 25 anos depois está a ser eleita a melhor camarada pelos seus colegas da 1.ª Companhia”, afirmou a apresentadora, perante ovação do estúdio e dos colegas.

A distinção de Joana D’Arc acabou por simbolizar muito mais do que um título dentro do jogo, tornando-se um testemunho de coragem, resiliência e inspiração para quem acompanha o programa.

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Este foi o comentário de Sara Santos que mereceu ovação do público. E até os colegas reagiram

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