O QI de Paulo Jr., filho mais velho de Paulo Futre, é tão elevado que o colocou na Mensa, a associação internacional reservada às pessoas mais inteligentes do mundo.
Paulo Jr., filho do antigo internacional português Paulo Futre, faz parte da Mensa, associação internacional destinada a pessoas com um quociente de inteligência superior a 98% da população. Desde cedo identificado como sobredotado, destacou-se em múltiplas áreas académicas e profissionais.
Fluente em espanhol, português, inglês, francês e italiano, com conhecimentos de finlandês e esperanto, Paulo Jr. é também músico e já recebeu o prémio de melhor histórico académico na universidade. A sua carreira é multifacetada: é professor convidado em instituições como a IE Business University e a Escuela Universitaria del Real Madrid, consultor de fundos de investimento, empreendedor, artista com obras expostas em galerias e apresentador de um podcast onde entrevista especialistas em filosofia, psicologia e inteligência artificial.
Em entrevista ao jornal Marca, destacou o papel do pai no seu percurso. “É muito grato pela confiança, responsabilidade e desafios que o pai lhe deu desde muito jovem”, referiu. Aos 14 ou 15 anos, começou a acompanhar Paulo Futre em reuniões de negócios, chegando a faltar à escola com justificações escritas pelo próprio pai. “Já me sentei com todos os ‘Abramovichs’ do mundo do futebol. De Florentino Pérez a sheiks árabes… Inicialmente era o tradutor, mas aprendi sobre direito desportivo e negociações.”
Recorda que nunca tirou férias em agosto, mês das transferências, e compara o pai a uma personagem icónica do cinema: “Costumo brincar que o meu pai é uma espécie de ‘Sr. Lobo’ de Pulp Fiction, aquele a quem recorrem quando as coisas ficam complicadas.”
Entre as histórias que guarda, destaca as negociações com Nasser Al-Khelaifi, atual presidente do Paris Saint-Germain, quando tinha apenas 19 anos, no âmbito do contrato do pai como comentador da Al-Jazeera.
Quanto à descoberta da sua sobredotação, diz que “era muito óbvia” na infância: “Línguas, instrumentos, xadrez, arte… Tinha mil hobbies e interesses. Aprendi esperanto por curiosidade. O meu problema na escola era a indiferença com os trabalhos de casa e as provas, mas tirava sempre boas notas.” Apesar de ter tido oportunidades para avançar de ano, a mãe recusou para evitar ainda mais atenção mediática. “Fez a coisa certa”, concluiu.