Pedro Bianchi Prata, noivo de Maria Botelho Moniz, destroçado: «Recebi uma das notícias mais duras da minha vida»

  • Dois às 10
  • 9 dez 2025, 09:09

Pedro Bianchi Prata vive um momento duro da vida pessoal. O noivo de Maria Botelho Moniz anunciou estar profundamente abalado pela morte de um amigo e ídolo de infância.

Pedro Bianchi Prata viveu um dos dias mais difíceis da sua vida. O piloto português recorreu às redes sociais, esta sexta-feira, para lamentar a morte de um amigo muito próximo — e, sobretudo, do homem que marcou o início da sua paixão pelo motociclismo.

"Hoje recebi uma das notícias mais duras da minha vida. Partiu o meu ídolo de infância", começou por escrever no Instagram. Com emoção evidente nas palavras, recordou o impacto que este amigo teve na sua história: "O herói que eu e os meus amigos víamos passar em cavalinho na nossa rua e que nos fazia sonhar: 'Um dia quero ser como ele.'"

Numa viagem no tempo, Pedro Bianchi Prata recordou uma das memórias mais fortes dessa admiração. “A primeira foto deste carrossel é de 1992, no Enduro de Beja — o meu primeiro título nacional. Eu, miúdo, ao lado do Vasco, o meu herói. Foi por causa dele que comecei a correr. Fui com o irmão, o Jorge, ver o Enduro de Famalicão em 1991… e naquele dia apaixonei-me pelo Enduro.”

O piloto sublinhou ainda o talento natural do amigo: “O Vasco tinha um talento natural para a moto e para tudo o que tocava. Era diferente. Era especial.”

Pedro recordou também aquela que considerou a maior proeza do amigo: o mítico Enduro do Porto. “Aquele dia em que ele fez o impossível. Ganhou a classificação geral com uma Suzuki 125, à frente de todos os pilotos de renome. Ninguém acreditava que um piloto amador podia vencer daquela forma… mas ele acreditava. E fez história.”

Ao longo de quatro décadas, os dois mantiveram uma ligação feita de altos e baixos, mas cimentada numa amizade sólida. “Sabíamos que quando fosse preciso… estávamos lá um para o outro.”

Num testemunho profundo, Pedro revelou que Vasco o acompanhou até ao último grande desafio em moto, o Dakar 2022: “Era um mecânico brilhante, daqueles que resolvem problemas antes de eles existirem. Soldava, criava, inventava. Tinha mãos de ouro e um coração ainda maior.”

A homenagem terminou com uma despedida sentida: “O Vasco partiu, mas fica a saudade. Fica o sorriso. Fica a paixão pela vida. Fica o exemplo de viver cada dia como se fosse o último. Descansa em paz, amigo. Um dia vamos reencontrar-nos… e voltamos a andar de moto juntos.”

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