Para Alexandra Ramos Duarte, a resposta pode estar, pelo menos em parte, nos astros
O amor continua a ser um dos maiores mistérios da vida. Porque nos apaixonamos por certas pessoas e não por outras? Porque repetimos determinados padrões nos relacionamentos? Para a astróloga Alexandra Ramos Duarte, a resposta pode estar, pelo menos em parte, nos astros.
A especialista esteve à conversa com Cláudio Ramos no Dois às 10, onde falou sobre o seu mais recente livro, “O Amor Está Escrito nos Astros”, uma obra que procura ajudar os leitores a compreender melhor as dinâmicas amorosas através da astrologia.
Durante a entrevista, Alexandra Ramos Duarte deixou uma metáfora que resume bem a forma como encara as relações. “O amor é um tango. Se não estamos a vibrar os dois na mesma sintonia, isto torna-se descompassado”, explicou.
Segundo a astróloga, muitas das dificuldades nos relacionamentos surgem precisamente quando duas pessoas estão em momentos diferentes ou têm energias que não se alinham. É aqui que, na sua perspetiva, a astrologia pode funcionar como uma ferramenta de autoconhecimento.
No seu trabalho, Alexandra Ramos Duarte analisa o mapa astral das pessoas que recorrem às suas consultas. Este mapa, baseado na posição dos planetas no momento do nascimento, permite traçar tendências de personalidade, desafios emocionais e padrões que podem influenciar a forma como cada pessoa vive o amor.
Mas a análise não fica por aí. Muitas vezes, a astróloga observa também o mapa da pessoa amada, comparando os dois para perceber as dinâmicas entre o casal. Através dessa leitura, procura identificar compatibilidades, pontos de tensão e até bloqueios emocionais que podem interferir na relação.
Estas ideias estão também presentes no livro “O Amor Está Escrito nos Astros”, que funciona como um guia prático para quem quer explorar o tema. Ao longo das páginas, Alexandra Ramos Duarte analisa os 12 signos do zodíaco no contexto das relações amorosas.
Cada signo é descrito a partir de várias dimensões: a forma como ama, como vive a intimidade, como expressa a sexualidade e que tipo de desafios emocionais pode trazer consigo. A autora aborda ainda questões como compatibilidades entre signos, padrões que podem levar a relações tóxicas e até estratégias para lidar com o fim de um relacionamento.
Mais do que prever o futuro, a astróloga defende que a astrologia deve ser encarada como uma ferramenta de compreensão pessoal. Ao conhecer melhor os próprios padrões e necessidades afetivas, acredita que se torna mais fácil construir relações mais equilibradas.