Trabalhar a partir de casa pode trazer mais conforto e flexibilidade, mas também se reflete na fatura da eletricidade. Entre computadores sempre ligados, aquecimento ou ar condicionado e pequenos consumos ao longo do dia, o teletrabalho pode representar um aumento significativo na conta da luz — maior do que muitos imaginam.
A Selectra, especialista em tarifas de energia, concluiu que o teletrabalho pode acrescentar cerca de 3 euros por mês à fatura da eletricidade, considerando apenas o uso de computador, monitor, televisão e micro-ondas.
Um computador portátil ligado durante oito horas por dia gera, em média, 1,32 euros mensais. Caso se adicione um monitor LED extra, o valor sobe para 1,84 euros por mês. O uso ocasional da televisão e do micro-ondas aumenta a fatura apenas em alguns cêntimos. No entanto, se se incluir o ar condicionado durante duas horas diárias, o custo adicional pode atingir 23 euros mensais.
Para minimizar este impacto, a Selectra sugere medidas simples: aproveitar a luz natural, usar lâmpadas LED, configurar o computador para poupança de energia nas pausas, desligar os equipamentos da tomada no final do dia e optar por tarifas de eletricidade adaptadas ao horário de consumo.
Além de ajudar a controlar a fatura, estas práticas promovem também um uso mais sustentável da energia.