Menino de apenas 12 anos morreu subitamente em casa de amigos. Melhor amiga esteve com ele nos últimos momentos enquanto pedia ajuda

  • Joana Lopes
  • 24 nov, 16:55
Crianças
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Criança de 12 anos morreu após sofrer um aneurisma cerebral na casa de amigos, sendo segurado nos braços da sua melhor amiga.

No dia 31 de outubro, Dylan Skalina, com apenas 12 anos, passou o dia com a amiga Ella antes de se juntarem às tradições de Halloween. Durante a noite, ao encontrar-se com outras crianças, começou a sentir-se mal e dirigiu-se à casa de um amigo, acreditando que se tratava de cansaço devido à sua diabetes tipo 1.

No entanto, Dylan começou a ter fortes dores de cabeça e a vomitar repetidamente. Ella ajudou-o a deitar-se no chão, mas rapidamente percebeu a gravidade da situação e contactou a mãe do menino.

Quando os pais chegaram, Ella continuava a segurar Dylan nos braços, mesmo depois da chegada dos paramédicos. «Sem a Ella sinto que não teríamos realmente tido aqueles últimos momentos com ele», afirmou a mãe de Dylan à People.

Dylan foi transportado para o hospital, onde os exames revelaram hemorragias cerebrais graves. A família foi informada de que a sua condição era crítica, agravada por outra doença que Dylan já tinha, a síndrome de Ehlers-Danlos (EDS), que fragiliza os vasos sanguíneos e o tecido conjuntivo, segundo a Mayo Clinic.

«Como os vasos sanguíneos dele eram tão frágeis, provavelmente ocorreu uma ruptura ou um furo numa das camadas, que causou hemorragia nas camadas adjacentes e originou o aneurisma, que depois rebentou», explicou a mãe.

Após três dias de hospitalização, Dylan foi declarado com morte cerebral. A família enfrentou a dor da perda, mas encontrou algum consolo na possibilidade de doação de órgãos, algo que Dylan já havia discutido com os amigos.

No total, através da doação direta de órgãos e tecidos, bem como da investigação científica possibilitada pelas suas doações, Dylan poderá ajudar mais de 300 pessoas. Os pais destacam que ele ficaria especialmente entusiasmado com a doação do pâncreas para investigação sobre diabetes. «Isto provavelmente está a fazê-lo sorrir bastante», disse a mãe do menino.

Apesar da tragédia, a coragem de Dylan e a dedicação de Ella nos últimos momentos de vida tornam a sua história inspiradora, mostrando que, mesmo diante de uma perda inesperada, um gesto de altruísmo pode continuar a salvar vidas.

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