Bino queimou os documentos da aldeia?

  • 15 set, 00:00
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Josefa não gostou do comentário de Fátima e pede-lhe para se restringir ao seu lugar de empregada. Fátima lembra que ela também trabalha ali, mas Josefa não faz caso e continua a enxovalhá-la. Oliveira ouve a forma como Josefa fala com Fátima e simpatiza com Josefa.

Manuela vai medindo a tensão aos pacientes que estão à espera para serem atendidos e vai enaltecendo a sorte que eles têm por agora terem uma enfermeira sempre disponível para eles. Estão todos incrédulos e não a levam a sério, mas não dizem nada. O Sôtor vê aquilo e chama Manuela ao seu gabinete.

Elisabete afirma que a Junta já está a tomar medidas em relação àquele problema, mas Ana Carolina não fica descansada e quer ela meter mãos à obra. Elisabete lembra-se de algo e fica aflita. Elisabete tenta convencer Ana Carolina a ir embora e compromete-se a resolver aquele assunto, mas Ana Carolina não desarma. Carlos pergunta o que se passa ali. Ana Carolina e Carlos olham-se em tensão e ele acusa-a de estar a fazer uma algazarra. Ana Carolina afirma que está a zelar pelos interesses do povo, já que ninguém parece importar-se com isso. Carlos recorda-a de que nem sequer da aldeia é e sugere que volte para o sítio de onde veio. Ana Carolina fica furiosa.

Toda a gente olha de lado para Oliveira, exceto Josefa que lhe vai lançando uns olhares charmosos. Tomé e Aida entram e Tomé fica logo todo enervado ao vê-lo. Aida diz a Tomé para se acalmar e vai ela meter conversa com Oliveira. Josefa pica o irmão por deixar a mulher atirar-se a outro. Aida sorri para Tomé como se a conversa estivesse a correr bem, mas vemos pela cara de Oliveira que não está a correr nada bem.

Manuela acusa o Sôtor de lhe estar a querer cortar as asas e não admite que não a deixe brilhar como enfermeira. O Sôtor explica-lhe que ainda não é enfermeira e que ainda vai demorar algum tempo até ser e como tal não pode andar a dizer às pessoas que é enfermeira e que as vai salvar. Manuela beija o Sôtor para o calar.

Ana Carolina e Carlos estão a discutir e ela acusa-o de ser igual ao pai. Albino chega, entretanto, e quer saber o que se está a passar ali. Ana Carolina enfrenta-o e diz-lhe que os tempos de impunidade deles acabaram.

Tomé ficou cheio de ciúmes pela forma como Aida falou com Oliveira, mas ela explica que foi uma estratégia para tentar aproximar-se dele. Tomé não consegue aceitar e Aida diz-lhe que a culpa é dele, porque não sabe das escrituras dos imóveis e têm de tentar travá-lo de outra forma.

Jorge conversa com António sobre estar a pensar casar, mas António está tão alheado que não lhe liga nenhuma. Jorge estranha que António não reaja, já que o assunto é altamente improvável. António assume que estava distraído, a pensar numa ideia que Fátima teve e que pode dar confusão. Sofia entra e eles ficam embasbacados a olhar para ela.  

Albino repreende Carlos por estar a discutir com a ex-namorada ali na Junta. Carlos explica que a discussão não tinha nada a ver com o namoro, mas sim com documentação da Junta. Albino diz que nesse caso não há problema nenhum e que é só dar-lhe a documentação que ela quer, mas Elisabete avisa que não é possível porque Albino a mandou queimar. Ele fica em pânico. Albino é apanhado de surpresa com aquela informação, pois não se lembra de ter pedido a Elisabete para queimar os documentos. Elisabete relembra-o da situação e afirma que fez exatamente o que ele lhe pediu. Albino tenta sacudir a água do capote e responsabilizar Elisabete, mas ela contesta. Albino vai para o gabinete pensar no assunto.

António está a atender Sofia, mas está com muita dificuldade em perceber o que ela quer, porque a maior parte das coisas que ela pede, ele nunca ouviu falar. Assim que Aida chega, António passa-lhe a batata quente. Aida gaba-se de terem tudo do bom e do melhor e aproxima-se de Sofia para a atender.

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