Bino, Florinda e Carlos: a frustração em família

  • 20 abr 2021, 19:56

Em «Festa é Festa», Florinda é a esposa, a mãe e a dona do lar.

Bino (Pedro Alves) é casado com Florinda (Ana Brito e Cunha). Carlos (Rodrigo Paganelli) é o filho do casal que, apesar de ter a chama da paixão quase apagada, se mantém unido em nome de Deus.

Bino é o figurão da aldeia. Presidente da Junta. Presidente da Comissão de Festas. Presidente da Casa do Povo. Presidente do Clube de Hóquei em Patins. E... coveiro. É um pato-bravo, com uma única ambição: ser rico. As únicas formas de atingir o seu objetivo são herdando os bens de Corcovada (Maria do Céu Guerra), levando a cabo as trafulhices na Junta; e o roubo dos bens dos defuntos, ao abrigo da função de coveiro. Bino chegou à aldeia quando casou com Florinda (Ana Brito e Cunha). Do matrimónio nasceu Carlos (Rodrigo Paganelli), que em quase nada sai ao pai, para sua grande arrelia.

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Com a morte do ex-presidente da Junta, Bino teve a epifania de se candidatar à Junta e, fazendo uso de toda a sua personalidade pouco honesta, prometeu mundos e fundos. A estratégia funcionou e Bino ganhou as eleições. Mas, com isso, vieram os problemas. Apesar de todas as falhas de carácter, Bino tem uma grande virtude: é absolutamente fiel à esposa. Mas com muita dificuldade, já que Florinda é uma mulher assexuada e, também, porque a sua jovem e sexy secretária não desiste das investidas.

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Florinda está na casa dos 50 anos, é beata, catequista, uma mulher muito tradicional e conservadora. Natural da aldeia, sempre foi muito agarrada aos pais mas é minimamente instruída, mais até do que o seu marido. A vida de Florinda resume-se a Deus, à família e à vida de aldeia. Não tem grandes ambições, vive bem com aquilo que tem. O seu grande orgulho é o filho, embora não seja uma mãe calorosa. Pelo contrário, é muito exigente com Carlos: quer fazer dele um homem com valores, trabalhador e bom ser humano. Esta mãe já se deu conta de que o filho não demonstra interesse em arranjar mulher e em constituir família, mas não vive obcecada com isso, ao contrário de Bino.

É empregada na casa de Corcovada, de quem cuida e com quem, genuinamente, se preocupa-se. Florinda casou virgem. Albino foi o seu único homem. Acontece que Florinda vive atormentada com o “grande pecado” de toda a sua vida: ter uma paixão platónica pelo Padre Isidro (Carlos Cunha), desde que era criança. Talvez por isso, Florinda seja uma mulher sem desejo sexual, sofrendo com isso. Ela e Albino... naturalmente.

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Carlos tem 24 anos e é o típico “bom rapazinho”. Ex acólito, trabalha como “faz-tudo” na Junta de Freguesia. Não é realizado a fazê-lo mas, na verdade, ainda não sabe muito bem aquilo que o realiza. O pai tentou incutir-lhe a sua forma de ser, mas Carlos, muito por trabalho da mãe, tem conseguido resistir. O jovem não se revê na personalidade de Bino, mas também não tem coragem de lhe dizer as verdades. Carlos foi criado para a respeitar os pais, sem levantar grandes questões. Educado, respeitador e, sobretudo, bem-mandado... Isso faz com que as pessoas vão, constantemente, abusando dele.

A juntar a tudo isto, Carlos é muito inexperiente quando o assunto é mulheres. Na verdade, nunca teve uma. Provavelmente terá, também, herdado este lado da mãe, que o pai tenta contrariar. Mas, este verão, as coisas vão mudar para Carlos porque Ana Carolina (Beatriz Barosa) e Vuitton (Beatriz Costa) vão despertar, nele, algo que nunca sentiu na sua vida... difícil será escolher!

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