O testemunho comovente do irmão da grávida que foi assassinada em Borba: «Ainda hoje, fui apanhar este raminho de orégãos onde ela faleceu»

Hoje, ouvimos o testemunho emocionante de Luís, o irmão da grávida que foi brutalmente assassinada aos sete meses de gravidez, perto de Borba. Ao completar um ano da morte da irmã, o nosso convidado recorda a última vez que a viu e exige justiça.

 

Esta sexta-feira, dia 21 de junho, recebemos Luís Silva, o irmão da mulher grávida que foi assassinada aos sete meses de gravidez, alegadamente pelo pai da criança que esta carregava. Visivelmente emocionado, Luís recorda a última vez que viu a irmã, que foi precisamente na noite anterior ao terrível desfecho. Segundo este, a irmã estaria ao lado do companheiro, o alegado agressor: «Passou por mim de cabeça em baixo e nem me falou. No dia seguinte, tenho a minha irmã morta». Depois, Luís diz-nos, ainda, que o alegado agressor era um homem casado, mas passava a maior parte do tempo em casa da irmã com quem tinha uma relação há cerca de quatro anos: «A amante do Nelson era a própria mulher, porque ele vivia em casa da minha irmã...», revela.

 

 

 

Depois, o nosso convidado recorda o momento em que recebeu a notícia do desaparecimento da irmã e o momento em que se dirigiu ao local do crime onde esta foi encontrada morta. Ao questionar se havia a hipótese de retirarem a sua sobrinha, isto porque a irmã de Luís estaria num avançado estado de gravidez na altura da sua morte, os guardas da GNR mostraram-se surpreendidos, pois não tinham a informação de que Cláudia estaria grávida. Ou seja, este dado relevante nunca lhes foi dado pelo pai da criança: «A sua irmã está grávida? O pai da criança não nos disse nada», recorda. Luís explica o porquê de achar convictamente que o companheiro da irmã foi o seu assassino e diz que este a perseguia para todo o lado: «Ele seguia-a para todo o lado, e nesse dia não sabia onde ela estava. Não pediu auxílio a ninguém da família. Passou por nós e sorriu... e depois, mais tarde, foi quando recebemos a notícia (...) ele perseguia-a para todo o lado», revela. 

 

Com lágrimas nos olhos durante toda a entrevista, Luís revela que pensa nos últimos momentos da vida da irmã, sendo que a encontrou na noite anterior à sua morte, acompanhada do alegado agressor: «Fui dos poucos ou dos últimos a estar com ela, perto dela, e não ouvir um adeus... penso muito (....) hoje, fui lá ao local onde ela faleceu e apanhei este molhinho de orégãos, e voltei a sentir uma revolta..», revela. O nosso convidado faz questão de deixar uma mensagem importante a todas as vítimas de violência doméstica e explica-nos que essa foi também uma das razões pelas quais veio ao programa prestar o seu testemunho. 

 

Veja tudo nos vídeos acima.  

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