«Sporting de Amorim? Aconteceu o mesmo com o meu FC Porto» - TVI

«Sporting de Amorim? Aconteceu o mesmo com o meu FC Porto»

Villas-Boas (Daniel Cole/AP)

Villas-Boas defendeu a continuidade de Sérgio Conceição nos dragões e voltou a assumir o desejo de candidatar-se à presidência do clube, mas só se for «uma escolha unânime dos portistas»

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André Villas-Boas defendeu Sérgio Conceição como treinador do FC Porto e deixou elogios ao Sporting de Ruben Amorim. O treinador falou no Porto, onde confirmou que vai participar como piloto na próxima edição do Rali de Portugal, que arranca na quinta-feira, ostentando as cores da sua associação ‘Race for Good', que defende causas solidárias. 

«Joguei esta época contra o FC Porto do Sérgio [Conceição] e perdi, e bem, os dois jogos. É uma equipa bem trabalhada, com um treinador muito focado, que leva tudo aos limites na motivação e preparação. Não sei quais as suas ambições de carreira, mas tudo que for continuidade será mais fácil para o FC Porto», referiu.

«Demonstraram [Sporting] uma regularidade excelente. Foram quase imbatíveis, com um sistema interessante e um grupo bem trabalhado. Há equipas que se excedem na motivação. Passou-se o mesmo com o ‘meu' FC Porto em 2010/11 e agora com o Sporting. Uma equipa que se fechou num objetivo de atingir uma regularidade pontual fora do normal», referiu, sobre os leões, novos campeões nacionais.

Villas-Boas voltou a dizer que pretender candidatar-se à presidência do FC Porto, mas apenas se for uma escolha unânime dos sócios: «O meu clube está muito bem entregue e bem gerido. Temos um presidente que nos levou ao sucesso nacional e internacional como nenhum outro e continuo a defendê-lo sempre. Tudo o que fizer em relação à presidência do FC Porto teria de ser algo arrebatador, no sentido de ser uma escolha unânime dos portistas. Se não for assim, não vale a pena.»

André Villas-Boas falou ainda sobre a sua participação no Rali de Portugal, dizendo que vai apenas para se «divertir e dar visibilidade às causas sociais» que vai promover.

«O peso da responsabilidade de divulgar estas causas sociais e humanitárias é enorme. Quanto mais longe for mais visibilidade lhes posso dar. Não sei como vou gerir, não quero ser o último e levar apenas ao carro até ao fim. Quero acelerar e divertir-me.»

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