«Bodycams? Mais do que o clima dos últimos tempos, pode ajudar os árbitros» - TVI

«Bodycams? Mais do que o clima dos últimos tempos, pode ajudar os árbitros»

José Borges (Foto: APAF)

Presidente da APAF, José Borges, diz que as imagens podem ajudar «como uma ferramenta para que as pessoas percebam as dificuldades e a razão de algumas decisões»

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O presidente da Associação Portuguesa de Árbitros de Futebol (APAF), José Borges, afirmou esta segunda-feira esperar que a utilização de câmaras corporais por parte dos árbitros possa «ajudar» ao seu trabalho em campo.

«Mais do que o clima que se tem vivido nos últimos tempos, entendemos que pode ser uma medida, uma ferramenta, que possa vir ajudar o trabalho dos árbitros», disse José Borges, em declarações à Lusa.

A Federação Portuguesa de Futebol (FPF) informou esta segunda-feira que os árbitros dos jogos dos oitavos de final da Taça de Portugal, fase da competição que arranca quarta-feira, vão usar câmaras corporais pela primeira vez nas competições nacionais, a título experimental.

José Borges salientou que estas “bodycams” vão ser utilizadas, para já, «a título experimental, para se ver o impacto, resultado e mais-valia que possa ter para a arbitragem». «Os árbitros estarão sempre abertos a tudo o que seja implementado para a ajuda do seu trabalho», reforçou.

Borges diz que as imagens podem ajudar «como uma ferramenta para que as pessoas percebam as dificuldades e a razão de algumas decisões», seja pelo ângulo ou posicionamento dos árbitros, que podem «utilizar estas imagens para emendar posições, procurar alternativas e melhorar o desempenho». O dirigente notou ainda que o Conselho de Arbitragem da FPF «abordou a APAF e os árbitros» quanto à aplicação da medida.

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