Everson, guarda-redes do Atlético Mineiro, denunciou que a sua filha, de 13 anos, foi alvo de assédio sexual, alegadamente por parte de adeptos do próprio clube, após o encontro com o Santos (1-1), realizado no último domingo, em Minas Gerais, a contar para a 23.ª jornada do Brasileirão.
Nas redes sociais, o jogador, de 35 anos, detalhou que, «no estacionamento onde as famílias estacionam o automóvel, tinham algumas pessoas fazendo cobranças relacionadas ao resultado do jogo».
«Porém, alguns cidadãos que se dizem torcedores do time que me empenho diariamente importunaram minha filha. Não foram ofensas direcionadas à minha pessoa ou ao meu trabalho, mas importunação pessoal e, porque não dizer, sexual a uma menina de 13 anos. Tenho certeza que todos concordam que as famílias não têm nada a ver com críticas de jogo, quão grave é atacar pessoalmente uma criança», acrescentou.
Everson garantiu que vai apresentar queixa e o Atlético Mineiro já encaminhou as imagens de videovigilância às autoridades, com o objetivo de ajudar na identificação dos alegados agressores. «Esse comportamento é inaceitável e não representa a torcida do Galo», partilhou o clube.
O Atlético manifesta apoio ao goleiro Everson, cuja filha de 13 anos foi vítima de importunação, hoje, na saída da Arena MRV.
— Atlético (@Atletico) September 15, 2025
Esse comportamento é inaceitável e não representa a torcida do Galo.
O Clube irá colaborar com as autoridades de segurança para a identificação dos… pic.twitter.com/wZG1rbdrDw