Bruno Lage dá murro na mesa, diz palavrões e pede apoio: «Acreditem como nós» - TVI

Bruno Lage dá murro na mesa, diz palavrões e pede apoio: «Acreditem como nós»

Bruno Lage apresentado no Botafogo ( Arthur Barreto / BFR)

Treinador do Botafogo reage à terceira derrota consecutiva no Brasileirão

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O Botafogo consentiu a terceira derrota consecutiva no Brasileirão na última madrugada, diante do Corinthians, a quarta em todas as competições, o que levou Bruno Lage a dar um murro na mesa e a soltar palavrões antes de pedir aos adeptos que apoiem e entendam o momento da equipa.

«Puxem para cima agora, é do que eles [jogadores] precisam. O adepto do Botafogo é apaixonado, de um clube grande, mas na primeira jornada estavam lá dez mil. Agora estão 50, 60 mil a empurrar esta equipa», começou por enunciar, antes de irritar-se.

«Foram eles [jogadores] que puxaram para cima. Agora eles precisam desse carinho. E não que "olha, vamos entregar o ouro, vamos perder". Não, c******! Acreditem como nós, porque eles acreditam. Estavam com dez jogadores a correr, p****. Deram a vida pelo capitão, que teve que sair aos 25 minutos. Agora é o momento de estarmos todos juntos. Se tiverem que bater, batam em cima do treinador, sem problema nenhum», acrescentou.

Na perspetiva do treinador português, os adversários já conhecem a forma de jogar do Botafogo e já não é tão fácil ganhar como no início da temporada.

«A segunda volta é difícil, as equipes já sabem como o Botafogo joga, as virtudes, como podem nos atacar. Faz parte do nosso trabalho, do meu trabalho, entender como vamos ganhar. E vamos ganhar!», destacou ainda Lage, batendo na mesa.

O treinador português explicou ainda a sua postura no decorrer do jogo. «Da mesma maneira que estou assertivo aqui, vocês entendam que é a forma que eu estou. As pessoas dizem: "Olha, como ele é parado na área técnica". Sou parado porque estou a controlar-me. É assim que eu trabalho todos os dias com meus jogadores, passando energia positiva. Passem também, adeptos. Se tiverem que apontar o dedo, apontem para mim, sem problema nenhum. É no Bruno, é no Bruno, é no Bruno. Deem carinho máximo para eles, não exponham mais pressão ou mais ansiedade, deem liberdade total para eles jogarem o jogo», destacou ainda, antes de pedir desculpas pelo recurso ao vernáculo.

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