Os quatro trabalhadores que ficaram isolados na sequência da rotura de um dique do rio Mondego, em Coimbra, foram resgatados pelos fuzileiros da Marinha e não por um helicóptero da Força Aérea Portuguesa, que chegou a ser acionado.
Fonte da Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil (ANEPC) esclareceu que os trabalhadores (funcionários de uma empresa hortofrutícola, localizada nas imediações da margem do rio colapsada), foram resgatados da área inundada com o auxílio de um bote dos fuzileiros.
Já fonte oficial da Força Aérea Portuguesa indicou que o helicóptero EH 101 Merlin, que foi acionado para o resgate pela ANEPC, chegou a levantar voo do Montijo, mas foi desmobilizado e regressou à base aérea.
Dezasseis pessoas morreram em Portugal na sequência da passagem das depressões Kristin, Leonardo e Marta, que provocaram também muitas centenas de feridos e desalojados.
A décima sexta vítima é um homem de 72 anos que caiu no dia 28 de janeiro quando ia reparar o telhado da casa de uma familiar, no concelho de Pombal, e que morreu a 10 de fevereiro, nos Hospitais da Universidade de Coimbra (HUC).