O Presidente da República lamentou, esta terça-feira, a morte de Constança Cunha e Sá, "uma figura singular do jornalismo português, cujo percurso profissional e humano deixa uma memória indelével em todos quantos com ela tiveram o privilégio de trabalhar e de privar".
Numa nota publicada no site da Presidência, o Presidente da República apresentou à família de Constança Cunha e Sá "as mais sentidas condolências".
"Constança Cunha e Sá iniciou a sua carreira aos 29 anos na Revista Sábado, tendo passado pelo semanário O Independente, o Diário Económico e pela TVI, onde foi editora de política e comentadora. Mulher de grande carácter, inteligência e rigor, destacou-se pela sua independência de pensamento e por um constante sentido de responsabilidade cívica", lê-se na nota.
Também o ministro dos Negócios Estrangeiros lamentou a morte de Constança Cunha e Sá, numa publicação no X, onde lembrou a jornalista como "demasiado humana para o nosso tempo".
Constança Cunha e Sá. Inteligente, culta, frontal, com tanta ironia quanto exigência. Nela encarnou o escrúpulo jornalístico. Amava a vida em e com todas as contradições. Humana, demasiado humana para o nosso tempo - o tempo da artificial inteligência. Adeus, Constança.
— Paulo Rangel (@PauloRangel_pt) December 2, 2025
Constança Cunha e Sá morreu, esta terça-feira, aos 67 anos.