A União Europeia quis oferecer vacinas contra a Covid-19 à China, com o objetivo de ajudar a conter um possível surto em Pequim. No entanto, a oferta foi rejeitada pelo governo chinês.

A oferta foi feita recentemente pela Comissária europeia da Saúde e Segurança dos Alimentos, Stella Kyriakides, que procura antecipar e preparar uma resposta eficaz face a uma possível nova onda de infeções que poderá surgir após Pequim abolir a política “Covid Zero”, adiantou nesta terça-feira o jornal Financial Times (acesso pago, conteúdo em inglês).

“A Comissária Kyriakides ofereceu ao seus homólogos chineses solidariedade e apoio, e isto inclui ajuda na área da saúde pública, bem como através de doações de vacinas por parte da UE adaptadas às variantes chinesas”, avançou o porta-voz da comissão. A oferta foi também divulgada na rede social Twitter.

Esta terça-feira, em resposta, o ministério dos Negócios Estrangeiros chinês disse que o país não precisava de vacinas europeias. O plano “de prevenção e controlo da epidemia na China está a seguir o caminho previsto e está sob controlo”, disse a porta-voz do ministério, Mao Ning.

À agência Reuters, Mao Ning acrescenta que a taxa de vacinação do país e a capacidade de tratamento têm aumentado, havendo capacidade para “satisfazer a procura”.

Esta terça-feira, em resposta, o ministério dos Negócios Estrangeiros chinês disse que o país não precisava de vacinas europeias. O plano “de prevenção e controlo da epidemia na China está a seguir o caminho previsto e está sob controlo”, disse a porta-voz do ministério, Mao Ning.

À agência Reuters, Mao Ning acrescenta que a taxa de vacinação do país e a capacidade de tratamento têm aumentado, havendo capacidade para “satisfazer a procura”.

Nos últimos dias, desde que a China deixou cair a sua política “Covid Zero”, vários países da UE disseram que vão exigir testes aos viajantes que procurem entrar no seu país, com o objetivo de controlar a deslocação de pessoas potencialmente infetadas. Foi o caso de França, Espanha, Reino Unido e Itália.

ECO - Parceiro CNN Portugal / Mariana Tiago