Cristianinho quer imitar o pai e provoca guarda-redes: «Vamos ver quando te meto uns golos» - TVI

Cristianinho quer imitar o pai e provoca guarda-redes: «Vamos ver quando te meto uns golos»

Cristianinho (Twitter/Al Nassr)

Yassine Bono recorda conversa com o filho de Cristiano Ronaldo depois de sofrer quatro golos do pai

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A história foi contada por Yassine Bono, guarda-redes que representava o Sevilha e que atualmente está ao dispor de Jorge Jesus no Al Hilal. De acordo com o marroquino, Cristianinho já lhe prometeu imitar o pai Ronaldo e torná-lo uma vítima predileta.

«Um dos meus melhores amigos é também um dos melhores amigos de Cristiano Ronaldo. Cristiano é muito boa gente. Uma vez, num jogo no Bernabéu, marcou-me quatro golos. No fim encontrei o filho dele, que veio ter comigo e me disse: ‘O meu pai meteu-te quatro golos’», recordo Bono, fazendo o gesto com os quatro dedos.

«Entretanto o filho cresceu, agora está na Arábia Saudita, já me encontrei com ele e até me disse: ‘Bono, vamos ver quando te meto um par de golos’. Eu respondi-lhe que sim, que tínhamos de jogar um dia.»

Nesta entrevista ao canal de youtube Davo Xeneize Plus, o guarda-redes do Al Hilal garantiu que apesar de gostar muito de Cristiano Ronaldo, continua a preferir Messi.

«Houve muitos avançados que me fizeram a vida difícil: Luis Suárez, Cristiano Ronaldo, Benzema, Lewandowski, Haaland, já para não falar de Messi, claro, que foi seguramente o melhor jogador que defrontei», referiu.

«O Barcelona de Messi era impressionante, muito forte. Passava a noite a pensar por onde me iam marcar os golos, porque eles apareciam por todo o lado. Para além disso, Camp Nou é enorme, é um estádio imponente, grandíssimo.»

Durante as onze épocas que jogou no futebol espanhol, Bono teve muitas oportunidades de defrontar Barcelona e Real Madrid, de resto, e diz que eram jogos fabulosos.

«São jogos que uma pessoa sonha joga e desde criança que nos preparamos para fazer eles. O Real Madrid também era muito forte, mas de uma forma diferente do Barcelona. Cristiano Ronaldo, Benzema, Gareth Bale, não se cansavam de te marcar golos», referiu.

«Eram jogos diferentes porque o Barcelona jogava em distâncias curtas, muito tecnicista, e o Real Madrid jogava mais em contra-ataque, para além de que com Cristiano Ronaldo podiam marcar de qualquer forma: num remate de longe, num cabeceamento, tinham várias soluções, coisa que não acontecia muito no Barcelona. Eram jogos muito difíceis, mas muito bonitos também. No primeiro jogo frente ao Barcelona marcaram-me seis golos e podiam ter-me marcado quinze.»

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