UEFA responde a Szoboszlai após criticas à resposta médica na lesão de Varga - TVI

UEFA responde a Szoboszlai após criticas à resposta médica na lesão de Varga

Escócia-Hungria (Photo by Alex Caparros - UEFA/UEFA via Getty Images)

O médio do Liverpool disse que os médicos não deviam ter vindo «a andar»

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A lesão de Barnabás Varga, avançado da Hungria que saiu de maca do Hungria-Escócia, neste domingo, após um choque violento, deixou muitos preocupados quanto ao seu estado de saúde. Felizmente, a federação húngara já veio esclarecer que o atleta melhorou, tendo fraturado ossos da face.

O sucedido originou também algumas críticas dirigidas à organização, nomeadamente à resposta dos médicos da UEFA, dando a entender que esta tinha sido lenta demais.

«Fui um dos primeiros a lá chegar. Fiquei chocado. Tentei virá-lo de lado. Ele queria levantar-se, mas de alguma forma não conseguia respirar. Tínhamos de fazer isso mais depressa», lamentou Dominik Szoboszlai, da Hungria, em declarações posteriores à partida.

«Não conheço bem o protocolo [médico] ou como funciona, mas se os nossos médicos dizem que precisamos de alguém imediatamente para ajudar, então acho que não devem vir a andar», criticou o capitão húngaro.

«Não é uma decisão minha, mas acho que temos de mudar alguma coisa», finalizou o médio do Liverpool. No entanto, a UEFA insistiu que foi utilizado o protocolo correto durante o incidente, afirmando que não houve qualquer atraso no tratamento de Varga.

A entidade afirmou em comunicado: «Gostaríamos de esclarecer que a intervenção do médico da equipa ocorreu 15 segundos após o incidente, seguida de imediato pelo segundo médico do estádio, para efetuar uma primeira avaliação da lesão e prestar o tratamento adequado, de acordo com os procedimentos médicos habituais», começam.

«A equipa de emergência qualificada que aguardava no relvado, de acordo com o seu protocolo, chegou com a maca assim que a sua intervenção foi solicitada pelos médicos para evacuar o jogador e transferi-lo imediatamente para o hospital. A coordenação entre todo o pessoal médico no local foi profissional e tudo foi feito de acordo com os procedimentos médicos aplicáveis. Não houve qualquer atraso no tratamento e na assistência ao jogador», remata a UEFA. 

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