O autogolo de Martin Fernandes na receção do FC Porto ao Nottingham Forest (1-1), no arranque dos “quartos da Liga Europa, correu o Mundo. A credível e rigorosa BBC, por exemplo, colocou o momento de infelicidade do jovem portista entre os piores autogolos de sempre.
Ora a esse propósito, o Maisfutebol aproveitou para recuar nas décadas e compilar os autogolos mais impressionantes, numa lista que arranca sorrisos. Porque são momentos que acontecem aos melhores.
Infelicidade de Martim Fernandes vale o empate para o Forest 🥶#sporttvportugal #EUROPAnaSPORTTV #UEFAEuropaLeague #FCPorto #NottinghamForest #ConfiaBetano #BetanoUEL pic.twitter.com/EkTi2ySs7J
— sport tv (@sporttvportugal) April 9, 2026
Em setembro de 1991, Lee Dixon, do Arsenal, também errou um atraso, acabando por fazer um chapéu a David Seaman, para festa do Coventry.
Já em 1998, o Man City não evitou a despromoção à terceira divisão, prejudicado por um autogolo de Jamie Pollock.
Neste século, em abril de 2001, em França, Franck Queudrue prejudicou o Lens com um autogolo a 30 metros da baliza, favorecendo o Bastia.
Um ano volvido, na Alemanha, o guarda-redes Tomislav Piplica protagonizou um momento insólito e consentiu o empate (3-3) entre Energie Cottbus e Borussia Mönchengladbach.
De regresso a Inglaterra, em 2004, Tony Popovic conseguiu o “melhor” autogolo. O defesa do Crystal Palace desviou de forma acrobática, soltando a festa no reduto do Portsmouth.
Em 2006, Chris Brass assinou um dos mais caricatos autogolos. Aconteceu na visita do Bury ao Darlington, na quarta divisão. Ainda assim, o Burry venceu por 3-2.
Continuando por Inglaterra, mas em outubro de 2014, Santiago Vergini terá confundido o sentido de jogo e disparou um belo remate na direção do próprio guarda-redes, do Sunderland. Aconteceu na visita ao Southampton a contar para a Premier League.
Entretanto, no verão de 2017, nos Estados Unidos, o guarda-redes Sammy Ndjock, dos Minnesota United, esqueceu-se de soltar o esférico, lançando a bola para a própria rede.
Por último, em junho de 2024, Alisson Cassiano, então no Sport Recife – que militava na segunda divisão do Brasil – calculou mal o atraso para o guarda-redes, num lance similar àquele protagonizado por Martim Fernandes.