Os sócios ordinários da Federação Portuguesa de Futebol (FPF) aprovaram um orçamento «recorde» para 2026/27, com uma previsão de receitas superior a 161 milhões de euros.
Na Cidade do Futebol, o plano de atividades foi aprovado e, além do valor das receitas, contempla também um saldo positivo de 2,8 milhões de euros, considerado «robusto, mas prudente» por Pedro Proença. Os regulamentos disciplinares e de arbitragem da Liga foram também ratificados.
«O plano de atividades e orçamento foi aprovado de forma consistente. Este é um caminho que estamos a trilhar, num orçamento equilibrado, mas que estabelece grandes propósitos. Tudo é contemplado neste orçamento robusto, mas prudente, face à realidade que vivemos», afirma.
«As normas faziam parte de uma pretensão apresentada no último ano e sucedeu de forma normal. A FPF afirmou-se de forma robusta e credível enquanto marca e finalizou um processo denso, que obrigou à alteração do modelo organizacional. Todos foram capazes de responder às exigências das normas internacionais, que deixam a FPF como a primeira federação certificada com a norma anticorrupção», acrescenta.