De frustração em frustração. Nem a feijões Portugal conseguiu ganhar à Espanha e, esta quarta-feira, acabou mesmo por consentir a terceira derrota em outros tantos jogos no Campeonato da Europa que está a decorrer em casa, em Lordelo, Paredes.
Derrota com a Itália (2-3), derrota com a França (1-3) e agora também derrota com a Espanha (1-3), novamente com três golos consentidos e mais uma exibição muito pouco empolgante.
Portugal entrou em campo já consciente de que não iria sair do quarto lugar do Grupo A e, dessa forma, também já sabia que esta quinta-feira iria defrontar Andorra nos quartos de final. Talvez por isso, Paulo Freitas apostou num cinco alternativo, com Guga, Rafael Bessa, Rafa, Luís Querido e Alvarinho.
Um bloco que foi sendo submetido a uma constante rotação, como é habitual, mas que se manteve sempre coeso e sólido, fazendo notar uma exibição, em termos coletivos, bem superior ao que tinha demonstrado, no dia anterior, diante da França. Uma equipa que se fechava muito bem a defender, obrigando os espanhóis a apostar nos remates de meia-distância, mas que tinha mais dificuldades na saída para o ataque.
O primeiro timeout pedido por Paulo Freitas foi para isso mesmo, para pedir «uma melhor saída de bola» e Portugal até melhorou nesse aspeto, criando uma primeira oportunidade num lance individual de Gonçalo Alves que, logo a seguir, assistiu Miguel Rocha para um remate forte do jogador do Óquei de Barcelos, detido pelo guarda-redes espanhol.
O jogo estava, assim, equilibrado, quando, a quatro minutos do intervalo, a Espanha chegou à vantagem. Corte incompleto de Gonçalo Alves na área que permitiu a Martí Casas, com um remate em jeito, bater Guga. Foi mais do que evidente a frustração das preenchidas bancadas do Pavilhão Rota dos Móveis, até porque o intervalo chegou logo a seguir.
Martí Casas inaugura o marcador para a Espanha.
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Nada estava ainda perdido, até porque a Espanha ia lançada no número de faltas, com sete na primeira parte contra apenas duas de Portugal, mas os portugueses voltaram a falhar no arranque da segunda parte. A Espanha voltou a entrar mais forte, atirou ao poste logo a abrir e, ainda com Portugal aos papéis, acabou mesmo por dobrar a vantagem, com Martí Casas a bisar no jogo, desta vez com um remate da direita, com a bola a entrar no buraco da agulha.
Martí Casas inaugura o marcador para a Espanha.
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Agora era uma questão de orgulho. Portugal voltou a subir de rendimento e numa oportunidade flagrante de Miguel Rocha, o árbitro detetou um corte com o patim e assinalou penálti para Portugal. Gonçalo Alves atirou forte e direto e reduziu a diferença para apenas um golo.
Gonçalo Alves reduz para Portugal! 🤩
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WSE Euro | 🇵🇹 Portugal 1x2 Espanha 🇪🇸
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Um golo que podia recuperar Portugal para o jogo ou, pelo menos, para a discussão do resultado, até porque a Espanha já estava há alguns minutos a jogar com nove faltas, mas saiu tudo outra vez ao contrário, com Nil Roca, com um remate da esquerda, a fazer o 3-1.
Marca Nil Roca e a Espanha amplia a vantagem.
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WSE Euro | 🇵🇹 Portugal 1x3 Espanha 🇪🇸
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Portugal ainda voltou a ter uma oportunidade soberana para reduzir quando a Espanha, já muito perto do fim, chegou finalmente às dez faltas, mas, desta vez, Gonçalo Alves não aproveitou a oportunidade, ainda que tenha atirado ao poste na recarga.
Portugal chega, assim, ao fim desta primeira fase, com uma prestação muito negativa, sem qualquer vitória, com nove golos consentidos e apenas quatro marcados.
Segue-se Andorra e, a verdade, é que se Portugal vencer esta quinta-feira, fica a apenas dois jogos do título europeu. É acreditar.