Uma mulher desapareceu com a filha, de quatro meses, após aceder à área de pediatria do Hospital Gaia/Espinho, onde a criança se encontrava internada e à guarda conjunta do hospital e do Tribunal, no âmbito de um processo de adoção.
A TVI e CNN Portugal sabem que a progenitora, que possuía autorização de acesso ao serviço, entrou no setor de pediatria, retirou a pulseira de identificação do pulso da bebé e abandonou as instalações levando a menor consigo.
Foram realizadas diligências imediatas pela polícia de serviço, mas até ao momento não foi possível localizar nem a mãe nem a criança.
As autoridades continuam a desenvolver ações de busca e investigação para garantir a segurança da menor e esclarecer as circunstâncias do desaparecimento.
À Lusa fonte da Unidade Local de Saúde Gaia/Espinho (ULSGE) confirmou que a mulher retirou a bebé do hospital durante a tarde, “após ter sido informada pelo tribunal, durante a manhã, de que a criança seria entregue a uma família de acolhimento” ainda durante o dia de quarta-feira.
“Recordamos que todas as crianças internadas utilizam uma pulseira eletrónica que emite alarme caso ultrapassem as portas do serviço, ou caso sejam danificadas ou cortadas. A pulseira da criança foi retirada sem corte ou dano e encontrada no caixote do lixo do quarto, pelo que o alarme não foi acionado”, acrescenta a ULSGE.
A unidade de saúde esclarece ainda que “em momento algum existiu impedimento judicial ao contacto entre a mãe e a filha, mantendo a mãe o direito de visita e tendo acompanhado a criança durante todo o internamento”.