Minuteman III. EUA testaram míssil balístico intercontinental - TVI

Minuteman III. EUA testaram míssil balístico intercontinental

Míssil Minuteman III (Brittany E.N. Murphy/AP)

O Air Force Global Strike Command adianta que este teste, denominado GT 255, estava programado "há anos" e não foi realizado "em resposta" a eventos mundiais atuais

Os EUA testaram na terça-feira o míssil balístico intercontinental (ICBM) Minuteman III, anunciou o Air Force Global Strike Command (AFGSC) em comunicado no seu site.

Na nota divulgada, este comando da Força Aérea dos Estados Unidos sublinha que o míssil não estava armado, que foi lançado a partir da Base Espacial de Vandenberg, na Califórnia, e que caiu “num alvo pré-determinado” no atol de Kwajalein, nas Ilhas Marshall. O Air Force Global Strike Command adianta também que este teste, denominado GT 255, estava programado “há anos” e não foi realizado “em resposta a eventos mundiais atuais".

“O GT 255 permitiu-nos avaliar o desempenho de componentes individuais do sistema de mísseis”, disse a tenente-coronel Karrie Wray, comandante do 576.º Esquadrão de Testes de Voo. “Ao avaliar continuamente perfis de missão variados, somos capazes de melhorar o desempenho de toda a frota de ICBM, garantindo o nível máximo de prontidão para a parte terrestre da tríade nuclear do país.”

Por sua vez, o general S.L. Davis, comandante do Air Force Global Strike Command, afirmou que “é fundamental testar todos os aspetos da força de ICBM, incluindo a capacidade de lançar múltiplas cargas úteis com alvos independentes e precisão absoluta”.

“Este teste valida a sincronização complexa do sistema de armas, desde a sequência inicial de lançamento até à implantação perfeita de cada veículo de reentrada.”

O teste serviu também para avaliar a performance de dois veículos de reentrada, equipados no Minuteman III.

“Enquanto o Minuteman III permanece em alerta, a Força Aérea está empenhada na sua substituição pelo LGM-35A Sentinel, que representa a modernização da vertente terrestre da tríade nuclear dos EUA”, pode ler-se no comunicado.

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