FC Porto apresenta queixa-crime após confusão em jogo da equipa B com o Leixões - TVI

FC Porto apresenta queixa-crime após confusão em jogo da equipa B com o Leixões

Leixões

Insultos e tentativas de agressão no final do jogo da II Liga, esta tarde, em Matosinhos

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O FC Porto apresentou queixa-crime às autoridades, alegando agressões e insultos a jogadores e elementos do staff técnico no final do jogo da equipa B com o Leixões, em jogo da jornada 6.ª da II Liga que os dragões venceram este domingo, por 3-1, segundo avançou o Porto Canal e entretanto confirmou o Maisfutebol.

De acordo com o que foi possível apurar pelo nosso jornal, a confusão ter-se-á instalado ao minuto 90, aquando da marcação do penálti que viria a dar o segundo golo aos portistas. Os festejos e trocas de palavras de jogadores não convocados do FC Porto e elementos do staff, que estavam no camarote do estádio, com adeptos do Leixões escalaram para insultos, cuspidelas e tentativas de agressão por parte dos afetos ao clube matosinhense.

Entretanto, segundo relatos de quem esteve presente no Estádio do Mar, não terá havido detenções no local e uma das vítimas do gás pimenta terá sido um adepto leixonense menor de idade.

Já ao início da noite deste domingo, o Leixões reagiu, esclarecendo que o presidente do clube, Jorge Moreira, assistiu ao jogo «no camarote presidencial na companhia do Presidente da SAD, André Castro, do administrador da SAD, Eng.º Nuno Fernandes e do filho do delegado do FC Porto B, Sr.º Joaquim Pinheiro, sempre na maior cordialidade e fair-play» e que, depois do penálti assinalado ao FC Porto B «gerou-se alguma contestação junto dos elementos do staff do clube visitante, instalados no camarote número 9».

Na sequência disso, o Leixões garante que «com o objetivo único e claro de apaziguar os ânimos, o presidente Prof.º Jorge Moreira dirigiu-se a esse mesmo camarote, solicitando aos adeptos leixonenses calma e pedindo a um responsável do FC Porto para parar imediatamente de filmar com um telemóvel, pois este gesto estava a acicatar os adeptos e a gerar um sentimento negativo, visto como uma provocação», sendo que «a presença do seu filho menor de idade na bancada, num espaço contíguo ao camarote, despertou a preocupação e a sua ação foi norteada para apaziguar e evitar mais arrufos entre elementos do clube visitante e os adeptos».

Os leixonenses acrescentam que «no final do jogo, após a saída das equipas, o Presidente Prof.º Jorge Moreira agradeceu, inclusive, aos responsáveis do FC Porto o apoio médico prestado ao filho, que, no meio dos incidentes, sofreu uma pequena lesão».

Artigo atualizado às 21h19, com o comunicado do Leixões

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