Linha ferroviária do sul e EN267 cortadas devido a incêndio em Silves - TVI

Linha ferroviária do sul e EN267 cortadas devido a incêndio em Silves

  • Agência Lusa
  • Atualizada às 20:21
  • 12 jul 2023, 18:57
Bombeiros em incêndios florestais (Getty)

Fogo deflagrou por volta das 15:40 numa zona de mato e pinhal em São Marcos da Serra. A circulação na linha ferroviária foi reestabelecida pelas 19:17

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Mais de 180 operacionais combatem um incêndio que deflagrou em São Marcos da Serra, no concelho de Silves, e que obrigou ao corte da linha ferroviária do Sul e da Estrada Nacional (EN) 267, disse fonte da Proteção Civil.

De acordo com o Comando Regional de Emergência e Proteção Civil do Algarve, o fogo que teve início por volta das 15:40 e está a desenvolver-se “com grande intensidade” numa zona de mato e de pinhal na zona do Barranco das Veredas, em São Marcos da Serra.

A mesma fonte referiu que existem na área várias habitações dispersas que “estão a ser alvo de monitorização especial dos bombeiros”.

O combate às chamas “está a ser dificultado pelos acessos à frente do fogo”, adiantou.

O incêndio obrigou à interrupção do trânsito automóvel na EN267 e, pouco depois das 17:00, foi cortada a linha ferroviária do Sul, referiu.

De acordo com o comando regional do Algarve, pelas 17:35 estavam envolvidos no combate ao fogo 186 operacionais, apoiados por 51 viaturas e sete meios aéreos, três helicópteros e quatro aviões.

Circulação na linha ferroviária do Sul já foi reestabelecida

A circulação ferroviária na Linha do Sul foi restabelecida pelas 19:17, disse à agência Lusa fonte da Proteção Civil.

O fogo que deflagrou pelas 15:40 no Barranco das Veredas obrigou ao corte, pelas 17:00, da linha ferroviária que liga Lisboa ao Algarve e da Estrada Nacional (EN) 267, que liga São Marcos da Serra ao concelho de Monchique.

De acordo com uma fonte do Comando Regional de Emergência e Proteção Civil do Algarve, a circulação ferroviária foi restabelecida, mas a EN267 “mantém-se cortada ao trânsito automóvel”.

A mesma fonte adiantou que o fogo “continua ativo, mas a ceder aos meios de combate”.

Segundos os dados disponíveis no portal da Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil, às 19:45 as chamas estavam a ser combatidas por 249 operacionais, apoiados por 78 veículos e cinco meios aéreos.

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