Taxa de inflação na zona euro recua para 5,3% em julho e Portugal tem a 8.ª mais baixa - TVI

Taxa de inflação na zona euro recua para 5,3% em julho e Portugal tem a 8.ª mais baixa

  • Agência Lusa
  • AM
  • 18 ago 2023, 10:22
Preços, dinheiro, euro, inflação, economia. Foto: Marijan Murat/picture alliance via Getty Images

Esta percentagem compara então com 5,5% em junho deste ano e com 8,9% no período homólogo de 2022

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A taxa de inflação anual na zona euro recuou para 5,3% em julho, após 8,9% no mesmo mês de 2022 e 5,5% em junho de 2023, tendo Portugal a oitava percentagem mais baixa, divulgou esta sexta-feira o Eurostat.

Os dados publicados pelo serviço estatístico comunitário indicam que a taxa de inflação medida pelo Índice Harmonizado de Preços no Consumidor atingiu em julho de 2023 o valor mais baixo deste ano e um dos mais reduzidos dos últimos meses, ao fixar-se em 5,3%.

Esta percentagem compara então com 5,5% em junho deste ano e com 8,9% no período homólogo de 2022.

No conjunto da União Europeia (UE), a taxa inflação anual foi de 6,1% em julho de 2023, contra 6,4% em junho deste ano e 9,8% no mês homólogo de 2022.

Por Estado-membro, Portugal registou a oitava taxa mais baixa da UE, de 4,3%, abaixo da média comunitária e da área da moeda única.

As taxas anuais de inflação mais baixas foram registadas na Bélgica (1,7%), no Luxemburgo (2,0%) e em Espanha (2,1%), enquanto as mais elevadas se verificaram na Hungria (17,5%), na Eslováquia e na Polónia (ambas com 10,3%).

Na variação em cadeia, a inflação anual diminuiu em julho face ao mês anterior em 19 Estados-membros, manteve-se estável num e aumentou em sete.

Por componentes, a pesar mais para a taxa de inflação anual da zona euro em julho estavam os serviços (+2,47 pontos percentuais), os produtos alimentares, álcool e tabaco (+2,20 pontos percentuais), os produtos industriais não energéticos (+1,26 pontos percentuais) e a energia (-0,62 pontos percentuais).

A taxa de inflação tem vindo a baixar nos últimos meses após registar valores históricos devido à reabertura da economia pós-pandemia de covid-19, à crise energética e às consequências económicas da guerra da Ucrânia, muito acima do objetivo de 2% fixado pelo Banco Central Europeu para a estabilidade dos preços.

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