Há algum selecionador que queira levar Curaçao ao primeiro Mundial da sua história? A pergunta impõe-se na sequência do inesperado pedido de demissão de Fred Rutten, a quem os responsáveis pelo futebol daquela nação caribenha tinham entregue a missão de suceder a Dick Advocaat, em fevereiro, que tinha deixado o cargo por motivos pessoais.
Numa nota publicada nas redes sociais, a Federação de Futebol de Curaçao explica que Rutten apresentou a demissão, a um mês do início do torneio, «após conversas abertas e construtivas» entre as partes.
O treinador alemão lamentou o adeus precoce à seleção e desejou «muito sucesso a todos». «Além disso, o tempo é curto e Curaçau precisa de seguir em frente», acrescentou.
Por seu turno, a federação local «expressa o seu grande apreço pela forma como Fred Rutten tomou esta decisão difícil». Com isso «demonstrou liderança, integridade e respeito pelo interesse nacional do futebol de Curaçau», considera.
Nos Países Baixos corre o rumor de que Advocaat estará disponível para voltar a assumir o cargo de selecionador de Curaçao, que guiou à fase final do Mundial, onde vai defrontar Alemanha, Equador e Costa do Marfim no Grupo E.