Barack Obama já não vai divulgar as fotografias de tortura sobre suspeitos de terrorismo porque receia que as imagens desencadeiem uma onda de anti-americanismo no mundo.
Na Casa Branca, a conferência de imprensa sobre o assunto foi palco de uma cena pouco habitual.
Apesar do assunto da conferência de imprensa ser algo sensível, o porta-voz da Casa Branca, Robert Gibbs, já esperava interrupções, mas não o que se seguiria. Enquanto explicava a decisão de Obama, o porta-voz foi interrompido não uma, nem duas, mas três vezes... pelo toque de telemóveis de jornalistas.
À primeira o jornalista desculpa-se, mas apenas alguns segundos depois, Gibbs volta a ser interrompido por um segundo toque, do mesmo telemóvel.
O porta-voz da casa branca confiscou o telemóvel do jornalista da «Human Events», levou-o para fora da sala, abriu uma porta, depois outra e desfez-se do aparelho, atirando-o.
Quando o telemóvel do jornalista da CBS começou a tocar, este preferiu levantar-se e ir atender fora da sala, para não correr riscos.
A conferência continuou e no fim, o telemóvel confiscado foi devolvido ao distraído proprietário.
Assessor de Obama tira telemóvel a jornalista
- Redação
- AM
- 14 mai 2009, 11:45
Durante a declaração de que Barack Obama não irá divulgar as fotos de Guantánamo, o porta-voz da Casa Branca atirou o telemóvel de um jornalista «porta fora»
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