Os jovens "não precisam de drogas, preservativos ou álcool para viverem uma alegria inesquecível" na JMJ: o conselho do bispo de Córdova - TVI

Os jovens "não precisam de drogas, preservativos ou álcool para viverem uma alegria inesquecível" na JMJ: o conselho do bispo de Córdova

  • CNN Portugal
  • MJC
  • 26 jul 2023, 19:15
Jovens participantes na JMJ (DR)

Demetrio Fernández diz que os jovens se podem divertir nestes encontros e até começarem namoros mas que se devem lembrar de que este é um "momento vocacional"

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“Faz muito bem aos jovens verem uma Igreja universal, jovem, dinâmica, viver estes dias de comunhão e encontro com outros jovens de todo o mundo, serem acolhidos pelas dioceses como se fossem seus filhos. Faz-lhes muito bem cantar, dançar, adorar o Senhor, confessar-se, participar na eucaristia. Ou seja, divertindo-se justamente por serem cristãos. Eles não precisam de drogas, preservativos ou álcool para viverem uma alegria inesquecível", diz o bispo de Córdova, Demetrio Fernández, na sua mensagem semanal, desta vez dirigida aos jovens que vão participar na Jornada Mundial da Juventude, em Lisboa.

O bispo explica que este evento "é um encontro que é organizado a cada três anos por paróquias, escolas, grupos e comunidades de toda a realidade juvenil, que se renova continuamente", e argumenta que "este encontro juvenil mundial dá um impulso precioso para se continuar a tarefa de evangelizar esta geração".

"O momento do encontro", diz o bispo, "é também um momento vocacional". "Jesus Cristo continua a chamar os jovens, conta com eles para construir a sua Igreja e renovar o mundo e chama-os a todos para estarem com ele e torná-los corresponsáveis ​​pela transmissão do seu Evangelho ao mundo."

Desta forma, explica, "muitos deles são chamados no caminho do matrimónio cristão e estes dias são lugares de encontro, conhecimento e compromisso". "Na JMJ surgiram muitos namoros ou estabeleceram-se definitivamente", aponta.

Por outro, é também nestes eventos que Deus "chama muitos outros à vida consagrada, para estar com ele exclusivamente, para segui-lo na pobreza, castidade total e obediência. É a vida religiosa - de que a Igreja tanto precisa e que tanto bem faz à humanidade".

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