A FIGURA: SCHJELDERUP
Inaugurou o marcador logo aos 3 minutos com uma boa finalização de primeira e pouco depois do segundo golo das águias tirou um cruzamento teleguiado que foi desaproveitado ao segundo poste por um desinspirado Pavlidis. Na segunda parte elevou (ainda mais) o nível: esteve perto de bisar, sofreu o penálti que o avançado grego não conseguiu converter e criou múltiplos desequilíbrios sobre a esquerda. Voltou a ser, como tem sido quase sempre desde que se tornou presença assídua no onze, um dos melhores da equipa de José Mourinho.
O MOMENTO: 2-0 de Rafa. MINUTO 14
Apesar do golo madrugador sofrido, o Nacional não perdeu de imediato os papéis com as instruções de Tiago Margarido, mas o segundo golo das águias lançou a equipa de José Mourinho para um resto de tarde relativamente tranquilo, apesar do crescimento da equipa madeirense na etapa complementar.
OUTROS DESTAQUES
Prestianni: após ter começado no banco em Rio Maior, regressou ao onze e não tardou a justificar a aposta de José Mourinho. Assistiu Schjelderup para o 1-0 e bisou nas assistências quando serviu Rafa para o segundo golo das águias. Ainda acertou no poste esquerdo quase a fechar a primeira parte e teve várias ações de desequilíbrio fruto de deambulações pelo corredor central. Não conseguiu manter o rendimento na segunda parte.
Rafa: marcou pela terceira vez desde o regresso ao Benfica e foi uma das melhores unidades da equipa encarnada. Sempre em movimento, ora a explorar as costas, ora a receber entrelinhas, participou ainda no 1-0 e teve várias boas combinações interessantes com Pavlidis. Na segunda parte esteve perto de bisar num desvio de cabeça.
Kaique: nenhuma culpa nos golos sofridos, defendeu um penálti, brilhou também em resposta a um remate de Schjelderup e negou também tentativas de Ivanovic e de Barreiro.