A Comissão de Saúde vai chamar ao parlamento o ministro da Saúde e o diretor executivo do Serviço Nacional de Saúde (SNS) para os ouvir sobre o fecho de maternidades e a reorganização dos serviços de urgência.

Os requerimentos foram apresentados pelo PCP e pelo Bloco de Esquerda e foram esta quarta-feira aprovados por unanimidade, avançou à Lusa o presidente da comissão, António Maló de Abreu.

O PCP solicitava no seu requerimento uma audição, com caráter de urgência, do ministro da Saúde, Manuel Pizarro, do diretor executivo do SNS, Fernando Araújo, e da Federação Nacional do Médicos sobre a reorganização dos serviços de urgência de Ginecologia e Obstetrícia, na região de Lisboa e Vale do Tejo, dos serviços de urgência de Psiquiatria a nível nacional e da reorganização dos serviços de urgência geral.

Já o Bloco de Esquerda solicitava no seu requerimento a audição com caráter de urgência de Manuel Pizarro “sobre encerramento de maternidades e sobre os graves problemas de funcionamento das urgências gerais”.

Segundo Maló de Abreu, foi ainda aprovado um requerimento apresentado pelo partido Chega para audição, com caráter de urgência, da Diretora Geral de Saúde, Graça Freitas, “para prestar esclarecimentos sobre o balanço geral do trabalho desenvolvido; sobre o perfil do próximo Diretor Geral da Saúde; sobre o balanço e ensinamentos tirados da gestão da pandemia por Covid-19 e sobre o Plano Nacional de Saúde 2021-2030”.

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