João Costa está de regresso ao FC Porto, oriundo do Estrela da Amadora, tal como o Maisfutebol noticiou.
O guarda-redes, de 29 anos, assina até 2030 pelos dragões, onde cumpriu praticamente toda a formação.
«Regressar ao FC Porto, neste momento, representa tudo para mim», confessou o jogador, que nunca perdeu a esperança em poder voltar aos azuis e brancos. «O que eu tive de fazer foi nunca desistir e acreditar sempre. Fui alimentado pelo sonho de voltar. Nos momentos decisivos, nunca deitei a toalha ao chão por tudo o que me ensinaram, tanto aqui como a minha família. Essa foi a base para poder aguentar tudo o que aguentei», disse, aos canais do clube.
O guardião deixou ainda elogios a André Villas-Boas: «Além de presidente, é uma lenda do nosso clube. Venceu títulos sem igual de uma época histórica e acho que não há melhor maneira de regressar quando se junta tudo o que realmente é importante».
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Ainda jovem, João Costa chegou a defender a baliza da equipa B portista, entre 2015 e 2017, antes de ser cedido ao Gil Vicente e aos espanhóis do Cartagena.
Depois de se desvincular do FC Porto, João Costa, conhecido no futebol como Andorinha, passou quatro temporadas nos escalões secundários de Espanha, até que o Feirense o fez regressar a Portugal, em 2023, para atuar na II Liga.
Com uma lesão grave pelo meio, o guarda-redes tornou-se rapidamente numa das figuras dos Fogaceiros e do próprio campeonato, com quatro penáltis defendidos em 2024/2025 como ponto de referência.
O Estrela da Amadora apostou nele para a segunda metade da última temporada e João Costa acabou por desempenhar um papel importante na manutenção do emblema Tricolor na I Liga.
Agora, regressa ao FC Porto, onde vai vestir a camisola 24, "cedida" pelo antigo companheiro de equipa no Granada, Nehuén Pérez, que passará a envergar o dorsal 18.
«Temos de perceber que, ao representar o FC Porto, não nos estamos a representar só a nós e ao clube. Estamos a representar os adeptos, uma região, a família, as nossas carreiras e tudo o que isso implica. Tem de haver sentido de responsabilidade e acho que isso tem a ver com a cultura de trabalho. Todos os dias, dentro do campo, fora dele e em tudo o que isso implica», concluiu João Costa.