O pivot português Luís Frade foi, com sete golos, o melhor marcador do Barcelona na final da Liga dos Campeões de andebol em que os catalães derrotaram o Fuchse Berlim por 37-34 e conquistaram, pela 12.ª vez (13.ª se contarmos com a vitória na Taça dos Campeões Europeus em 1991), a principal competição europeia de clubes.
Em Colónia, onde se disputou a final four da Champions, o Barça chegou ao intervalo com uma vantagem de quatro golos (20-16), que soube gerir durante a etapa complementar.
Os espanhóis, diga-se, nunca estiveram em desvantagem no marcador ao longo de um encontro em que os dois guarda-redes se exibiram a um grande nível. Emil Nielsen (Barcelona) fez um total de 14 defesas (eficácia de 34,15 por cento) e Dejan Milosavljev (Fuchse Berlim) ficou-se pelas 12 (24,49 por cento).
No ataque, Luís Frade tirou proveito total dos sete remates que ensaiou, liderando um Barcelona que contou ainda com os contributos relevantes de Blaz Janc e Aleix Gómez, ambos com seis golos.
Ainda assim, o melhor marcador do encontro foi Mathias Gidsel, para muitos o melhor andebolista da atualidade, com oito golos.
O Barcelona levantou pela 12.ª vez a Liga dos Campeões de andebol, reforçando a hegemonia na competição. Os catalães fecham com chave de ouro uma temporada em que também conquistaram a Liga, a Taça e a Taça da Liga espanholas e o Mundial de clubes. Ao longo desse trajeto, os espanhóis só perderam um jogo.