Miguel Oliveira: «Tive uma carreira com que muitos pilotos só podem sonhar» - TVI

Miguel Oliveira: «Tive uma carreira com que muitos pilotos só podem sonhar»

Miguel Oliveira (Foto: JOSE SENA GOULAO/EPA)

Piloto português despediu-se, em Valência, do MotoGP. No próximo ano vai correr no Mundial de Superbikes

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Miguel Oliveira despediu-se do MotoGP com o 11.º lugar no Grande Prémio da Comunidade Valenciana, a última etapa do Mundial, que terminou no 20.º lugar da geral, com 43 pontos.

«Foi uma boa corrida de despedida para mim. Fizemos alguns ajustes para o warm-up, a mota ficou bastante melhor e a corrida confirmou isso. Tive um bom ritmo, constante, e partindo tão atrás fiquei satisfeito por recuperar sete posições. Foi uma corrida em que me diverti - uma forma bonita de me despedir dos meus fãs e também da equipa», disse o piloto da Yamaha, após a prova.

Aos 30 anos, Miguel Oliveira segue para o Mundial de Superbikes, no qual vai representar a equipa de fábrica da BMW.

«Sinto-me entusiasmado com a nova aventura, mas também triste por partir… É uma mistura de emoções. Enfrento um novo desafio que é tão assustador quanto empolgante. É triste porque sei que ainda tenho muito potencial neste paddock, e sair assim não é fácil. Mas hoje foi um bom dia - um dia de celebração - e estou feliz por terminar desta forma», garantiu o português.

Aproveitando a despedida, Miguel Oliveira fez um balanço das 15 temporadas no Mundial de velocidade, em que foi vice-campeão de Moto3 (2015) e Moto2 (2018).

«Tive uma carreira com que muitos pilotos só podem sonhar. Tive o privilégio de vencer em diferentes categorias e fiz parte de grandes equipas, que me ajudaram a alcançar o meu melhor potencial, especialmente na Moto3 e na Moto2. Estou agradecido a muitos fabricantes, muitas equipas e muitas pessoas que conheci ao longo destes anos e que trouxeram ao de cima o melhor de mim. Tudo aquilo que alcançar no futuro será também resultado de todas estas experiências», referiu.

O Grande Prémio da Comunidade Valenciana foi ganho pelo italiano Marco Bezzecchi (Aprilia), que repetiu o triunfo de há uma semana em Portimão. O espanhol Marc Márquez (Ducati) dominou a edição 2025 do mundial de MotoGP e sagrou-se campeão pela sétima vez.

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