Numa publicação no X, o ministro dos Negócios Estrangeiros despediu-se da jornalista Constança Cunha e Sá, que morreu vítima de doença prolongada.
“Constança Cunha e Sá. Inteligente, culta, frontal, com tanta ironia quanto exigência. Nela encarnou o escrúpulo jornalístico. Amava a vida em e com todas as contradições. Humana, demasiado humana para o nosso tempo – o tempo da artificial inteligência. Adeus, Constança”, escreveu Paulo Rangel.