No rescaldo à vitória da Bélgica sobre os Estados Unidos nos “oitavos” do Mundial 2026 (4-1), Rudi Garcia relativizou a titularidade de Balogun, avançado norte-americano expulso contra a Bósnia na eliminatória anterior, mas despenalizado pela FIFA.
«Isso nunca mudou a maneira como jogámos. Nada mudou em termos de desempenho e motivação. Os meus jogadores estavam informados. Temos um grupo maduro e líderes presentes. O Balogun é um avançado interessante e nada teve a ver com a decisão da FIFA. Apreciei a sua intenção em vir falar comigo e a maneira como se comporta.»
«Independentemente de quem fosse titular pelos Estados Unidos, o que importava era a nossa abordagem. Queríamos ser protagonistas e pressionar o adversário, que é dinâmico e enérgico. Felicito os EUA, porque fez um Mundial muito bom, mostrou potencial e tem um grande treinador [Mauricio Pochettino], cujo trabalho não me surpreende», referiu em conferência de imprensa.
Nos “quartos”, na sexta-feira (20h), a Bélgica defronta a Espanha, com o vencedor a jogar com França ou Marrocos nas meias-finais.
«Estou feliz, porque defrontar a Espanha é especial. Por agora, vamos saborear esta qualificação. Queremos ir às meias-finais e vamos jogar com essa ambição», terminou Rudi Garcia.