Nos Estados Unidos a segurança não se discute: que o diga Portugal - TVI

Nos Estados Unidos a segurança não se discute: que o diga Portugal

Enorme aparato policial durante os treinos da Seleção Nacional em Palm Beach

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A verdadeira operação Mundial 2026 começou este sábado, para a Seleção Nacional, no momento em que realizou o primeiro treino em solo americano, e o que se seguiu quase parecia um encontro de grandes lideres mundiais.

O aparato no Palm Beach Gardens, pelo menos, metia receio.

Dezenas de carros da polícia. Agentes da autoridade espalhados por todo o lado (na entrada do complexo, dentro do completo e até no relvado do campo de treinos). Todos fortemente armados, claro. Numa prova que os americanos não brincam com estas coisas.

Mas não ficou por aqui. Para lá das dezenas de viaturas e agentes, montaram-se dois postos de controlo e um posto de segurança - com detetores de metais e revista pessoal a toda a gente que ali entrasse. Sem exceções. Pelo menos da parte dos jornalistas, podia até não ser a revista mais minuciosa, mas pelo menos intimidava.

A mensagem é clara: nos Estados Unidos, a segurança não se negocia, não se adapta e, sobretudo, não se discute. Em casa deles, fazem-se as coisas à maneira deles. Aliás, já aconteceu mais do que uma discussão entre responsáveis da Federação e chefes de segurança americanos, por diferença de opiniões.

Enfim, nada de muito grave.

A prova de que tudo isto não é exclusivo dos portugueses é que, dias antes, a seleção inglesa, que também treinou no Palm Beach Gardens, atravessou exatamente o mesmo aparato de segurança. Sim, que aqui, ninguém escapa ao protocolo.

Resta uma certeza: seja em que continente for, o checkpoint manda . e o Mundial 2026 já está a mostrar que vai ser, também, um exercício de logística e segurança a uma escala monumental.

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