Figura: Diogo Costa
Pelo terceiro jogo seguido, foi o melhor de Portugal. O que mostra o Mundial 2026 de outro mundo que o guarda-redes realizou. Enorme a segurar Portugal quando mais era necessário, parando remates de Yamal (duas vezes), Álex Baena (duas vezes) e Dani Olmo.
Positivo: Bruno Fernandes
O remate às malhas laterais, já no quarto de hora final, foi o momento mais evidente de uma boa exibição do médio. Começou mais perto da defesa, foi avançando com o tempo e trabalhou sempre imenso, caindo nas alas, surgindo ao centro e abrindo linhas de passe.
Momento: Cristiano Ronaldo no apito final
Merecia despedir-se de outra forma. Pareceu um homem sozinho, ele e a sua dor. Com as lágrimas a correrem-lhe pelo rosto e sem o abraço que todos lhe queríamos dar, por tudo o que nos deu. Provavelmente quis dar durante demasiado tempo. Mesmo assim. OBRIGADO.
OUTROS DESTAQUES:
Mikel Merino
Entrou nos minutos finais, para se tornar decisivo. Ele que arrancou um cartão amarelo a Bernarndo Silva e, pouco depois, entrou pelo meio da defesa de Portugal, para marcar na cara de Diogo Costa. Cerca de dez minutos, um golo e um apuramento. Não se podia pedir mais.
Rodri
A FIFA entregou-lhe o prémio de homem do jogo e percebe-se porquê. Enorme a dominar o meio campo, recuperando bolas e empurrando Portugal para trás, na fase em que a Espanha foi subindo, foi subindo, foi subindo, até marcar. É um jogador fisicamente espantoso.