Em mais um teste de preparação para o Campeonato da Europa de 2025 de sub-21, Portugal levou a melhor sobre a Eslováquia, por 3-1.
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Rui Jorge fez cinco alterações face ao onze que alinhou frente à Ucrânia, na passada sexta-feira (3-3). Tiago Tomás e Diego Moreira substituíram Fábio Silva e Geovany Quenda, chamados por Roberto Martínez para o encontro desta noite, diante da Croácia. Flávio Nazinho, Danilo Veiga e João Marques também integraram as escolhas iniciais do técnico.
Perante tantas alterações, a Seleção Nacional demorou a estabelecer o seu jogo, frente a um adversário que desde cedo se mostrou motivado a chegar ao golo. Apesar do cariz particular do encontro, a Eslováquia entrou forte e aos 17 minutos enviou uma bola à trave da baliza de João Carvalho, na sequência de um cabeceamento de Griger.
Apenas à passagem da meia-hora de jogo é que Portugal conseguiu criar perigo e em dose dupla. Primeiro foi Tiago Tomás a enviar a bola ao ferro da baliza de Frühwald e depois, o avançado do Wolfsburgo chegou tarde ao cruzamento de Mateus Fernandes.
As oportunidades desperdiçadas acabaram por ser penalizadas aos 34 minutos, quando Nebyla respondeu da melhor forma ao pontapé de canto batido do lado esquerdo. No coração da área, o capitão de equipa só teve de encostar para o 1-0.
O resultado manteve-se até ao intervalo e a segunda parte ficou marcada por uma expulsão, logo nos minutos iniciais, após Holly ter visto o vermelho, por acumulação de amarelos.
A partir daqui, Portugal tomou conta do jogo e o golo do empate chegou com alguma naturalidade. Uma tabela perfeita entre Carlos Borges e Henrique Araújo, ambos lançados na segunda parte, terminou com a finalização de pé esquerdo do avançado do Wolverhampton, sem qualquer hipótese para o guarda-redes.
Pouco depois, a Seleção Nacional carimbou a reviravolta no marcador, depois de uma entrada muito feia sobre Carlos Borges, que o obrigou a ser substituído. Na conversão do castigo máximo, Henrique Araújo atirou a contar.
Com o jogo praticamente resolvido, Rui Jorge ainda viu a sua equipa chegar ao terceiro, depois de um contra-ataque construído de forma sublime. Paulo Bernardo fechou as contas do jogo e confirmou o triunfo de Portugal, no reduto da Eslováquia, por 3-1.